Pedofilia é “orientação sexual”, especialistas dizem no Parlamento do Canadá

Rebecca Millette

OTTAWA, Ontario, Canadá, 28 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Numa recente sessão parlamentar sobre um projeto de lei relativo a crimes sexuais contra crianças, especialistas em psicologia afirmaram que a pedofilia é uma “orientação sexual” comparável à homossexualidade ou heterossexualidade, uma definição que foi questionada por um membro do Parlamento que estava presente.

O projeto de lei C-54, uma Lei que servirá de Emenda ao Código Penal, busca aumentar ou impor penas ou castigos mínimos obrigatórios para criminosos sexuais de crianças em casos de crimes específicos.

O debate no Parlamento em 14 de fevereiro focalizou na prisão compulsória mínima e como os criminosos reagem a tratamento. O Dr. Vernon Quinsey e o Dr. Hubert Van Gijseghem, especialistas na questão, foram chamados para dar testemunho.

“Quando falamos de terapia ou quando indivíduos recebem terapia e sentimos como se todos tivessem sido apaziguados, a boa notícia é muitas vezes ilusória”, disse Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal.

“Os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos. Pelo contrário, eles têm conflitos com o que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar em conflito com a heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade”, frisou Van Gijseghem.

“Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa como ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual de uma pessoa”. Contudo, ele acrescentou: “Apesar disso, ele poderá permanecer numa vida de abstinência”.
O parlamentar Serge Ménard mais tarde elogiou as testemunhas. “O sr. Van Gijseghem e o sr. Quinsey”, disse Ménard, “corrigiram algumas de nossas impressões”.

Entretanto, o parlamentar Marc Lemay do Bloco Quebequense desafiou a definição de Van Gijseghem. “Tenho de admitir que eu não estava esperando, neste Dia dos Namorados, estar falando sobre esse tipo impróprio de amor. Não é realmente amor. Tem mais a ver com violência e controle. Estou preocupado, Professor Van Gijseghem… pois você diz, se não me engano, que a pedofilia é uma orientação sexual”.

“Eu disse exatamente isso”, continuou Van Gijseghem.

Lemay continuou na questão, perguntando se pois a pedofilia deveria “ser comparada à homossexualidade”.

“Sim, ou heterossexualidade”, respondeu Van Gijseghem. “Se, por exemplo, você estivesse vivendo numa sociedade em que a heterossexualidade fosse condenada e proibida e você recebesse ordem de passar por terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é um pouco doido. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu uso essa analogia para dizer que sim, realmente sim, os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual”.

Durante seu testemunho, Quinsey, professor emérito de psicologia na Universidade da Rainha, disse que os “interesses sexuais” dos pedófilos têm “preferência por crianças antes da puberdade”. “Não há nenhuma evidência”, disse ele, “de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou por meio de qualquer outra coisa”.

“Dá para controlarmos o risco que os criminosos sexuais apresentam — até mesmo pedófilos”, acrescentou Quinsey, “Não é necessariamente que eles precisem mudar a orientação sexual deles; eles precisam aprender a se controlar, com nossa ajuda”. “Em minha opinião, a sociedade e ninguém neste debate aceitará a pedofilia, ainda que seja uma orientação sexual”, disse Lemay, “Recordo um período, não muito tempo atrás, em que a homossexualidade era tratada como uma doença. Agora, a homossexualidade é aceita; a sociedade a aceitou… Não consigo imaginar a pedofilia sendo aceita em 2011. Você está me dizendo que ainda que impuséssemos uma pena mínima de cinco anos nas pessoas, isso não resolveria o problema. Logo que saírem da cadeia, voltarão a cometer o mesmo crime. Isso é preocupante”.

Brian Lilley, colunista do jornal Toronto Sun, expressou choque com o testemunho de Van Gijseghem: “o que realmente me chocou foi o Dr. Hubert Van Gijseghem, professor da Universidade de Montreal, que apareceu para dizer aos parlamentares que a pedofilia é uma orientação sexual exatamente como a heterossexualidade ou homossexualidade”. Ele argumentou que “é hora de recuperamos nosso país. Para isso, temos de ignorar os ‘especialistas’”.

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Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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Em “Passione”, Maitê trairá o marido 9 vezes em 23 capítulos

da Reportagem Local

Na novela “Passione”, da Globo, Estela vai trair o marido, Saulo (Werner Schunemann), com “uns nove [homens] diferentes” até o 23º capítulo da novela, segundo a intérprete da personagem, Maitê Proença.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Andréa Michael e publicada na Folha desta quinta-feira (20). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

“É tudo muito objetivo: sexo. Ela olha, mostra que quer, os homens veem. Não tem frufru, charminho nem trejeito. Mas isso sem ser vulgar”, explica a atriz.

Maitê diz ainda que todos os homens com quem sua personagem vai se envolver são bonitos. “É tudo [homem] lindo, lindo. Não tem meio lindo, não.”

No decorrer da trama, porém, Estela se apaixona. Além disso, um de seus filhos vai vê-la saindo de um hotel.

Fonte: FolhaOnline

Comento: Eis aí mais uma contribuição da Globo para a indignidade sexual. Simples assim: sem rodeios e meias palavras. E o interessante: sexo e traição sem ser vulgar?

Erótico Versus Espiritual

por A. W. Tozer

O período em que vivemos bem pode passar à história como a Era Erótica. O amor sexual foi elevado à posição de culto. Eros tem mais cultuadores entre os homens civilizados de hoje do que qualquer outro deus. Para milhões o erótico suplantou completamente o espiritual.

Não é difícil verificar como o mundo chegou a este estado. Entre os favores que contribuíram para isso estão o fonógrafo e o rádio, que podem difundir canções de amor de costa a costa sem problema de dias ou de ocasiões; o cinema e a televisão, que possibilitam a toda a população focalizar mulheres sensuais e jovens amorosos ferrados em apaixonado abraço (e isto nas salas de estar de lares “cristãos” e diante dos olhos de crianças inocentes!); jornada de trabalho mais curta e uma multiplicidade de artefatos mecânicos com o resultante aumento do lazer para toda gente. Acrescentem-se a isso tudo as dezenas de campanhas publicitárias astutamente idealizadas, que fazem do sexo a isca não muito secretamente escondida para atrair compradores de quase todos os produtos imagináveis; os corruptos colunistas que consagraram a vida à tarefa de publicar fofas e sorrateiras nulidades com rostos de anjos e com moral de gatas da rua; romancistas sem consciência, que conquistam fama duvidosa e se enriquecem graças ao trabalho inglório de dragar podridões literárias das imundas fossas das suas almas para dar entretenimento às massas. Estas coisas nos dizem algo sobre a maneira pela qual Eros conseguiu seu triunfo sobre o mundo civilizado.

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Os custos sociais da pornografia

_P._Langdale_Hough_

Na primeira quinzena de março de 2010 no Clube Nacional de Imprensa em Washington, D.C., o Instituto Witherspoon informou sobre uma série de descobertas acadêmicas e recomendações acerca dos custos sociais da pornografia.

Em dezembro de 2008 um grupo variado de acadêmicos, médicos e jornalistas se reuniu em Princeton, New Jersey, para começar uma investigação inicial sobre os danos sociais do consumo da pornografia em homens, mulheres e crianças. Os acadêmicos participantes tinham vindo de uma ampla variedade de profissões especializadas. Psiquiatras, especialistas legais, médicos e economistas reuniram uma análise rigorosa das dimensões neurológicas, psicológicas, econômicas, sociais, políticas, legais e filosóficas do uso da pornografia. O resultado foi divulgado em 16 de março de 2010, quando o Instituto Witherspoon apresentou o documento “The Social Costs of Pornography: A Statement of Findings and Recommendations” (Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações). Continuar lendo “Os custos sociais da pornografia”

Entrevista à TV sobre o PLC 122

Hoje pela manhã recebi ligação de  pessoa da TV Record de Cuiabá/MT convidando-me a conceder entrevista sobre o tema PLC 122.  Segundo a editora do programa, o objetivo era a criação de uma matéria jornalística que tinha como objetivo apresentar as duas versões acerca da lei da “homofobia”.

Na parte da tarde recebi a repórter. Na ocasião, debatemos alguns pontos da lei. Fiz questão de deixar muito claro, no início da entrevista, que o debate é eminentemente jurídico. Apesar de o movimento homossexual tentar dar contornos de “religiosidade fanática”, anotei que nesse momento o que está em jogo são os aspectos jurídicos do referido projeto de lei.

Rapidamente, apresentei as principais inconstitucionalidades do projeto, eis que fere o princípio da isonomia (todos são iguais perante a lei), liberdade de expressão, de crença religiosa e de convicção filosófica; além de apresentar penas desarrazoadas.

Fiz questão de mencionar que os evangélicos não são “homofóbicos”, muito menos querem o “mal” dos homossexuais. Além disso, observei que a pessoa não deve ser protegida simplesmente por sua “opção sexual” ou crença, mas sim pelo fato de ser humano.

Essa é a suma da entrevista.

Não sei quando o programa será publicado. Quando souber, informo aqui no blog.