Entre a Fé e a Política; novo livro de Valmir Nascimento

Nesta obra, o jurista e teólogo Valmir Nascimento, indo contra o dito popular que diz que politica e religião não se discute, aborda temas como a influência histórica da religião sobre o mundo político, lisura das eleições, abuso de poder, liberdade religiosa, laicidade e ética cristã na esfera pública. Continuar lendo Entre a Fé e a Política; novo livro de Valmir Nascimento

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Igreja e Eleições: 10 Perguntas e Respostas

por Valmir Nascimento Milomem Santos Em tempos eleitorais reacende a discussão sobre o relacionamento das organizações religiosas com o processo eleitoral, mais precisamente acerca dos limites jurídicos da atuação de tais entidades na propaganda eleitoral e no apoio a candidatos. Em julgamento paradigmático, o Tribunal Superior Eleitoral assentou algumas diretrizes importantes acerca do tema, no Recurso Ordinário nº 265308 (07/03/2017) de relatoria do Min. Henrique … Continuar lendo Igreja e Eleições: 10 Perguntas e Respostas

Ética cristã e política: Uma perspectiva pentecostal

Valmir Nascimento Milomem Santos O crescimento do movimento evangélico brasileiro, aliado às novas tendências doutrinárias e comportamentais decorrentes da hegemonia pentecostal/neopentecostal, contribuíram para que tais religiões passassem a marcar presença decisiva na esfera pública, como atores relevantes na agenda sociopolítica do país. Na perspectiva da ciência política – e em um Estado Democrático Direito, não há dúvidas quanto à legitimidade dos atores religiosos poderem influenciar … Continuar lendo Ética cristã e política: Uma perspectiva pentecostal

Pentecostalismo e protestantismo

Em tempos de comemoração do aniversário da Reforma Protestante, que neste ano completa 499 anos, é comum reacender a discussão a respeito de quem faz parte da tradição protestante dentre os grupos do segmento evangélico. É uma espécie de análise do divino direito hereditário ao movimento reformista do início do Século XVI, conduzido em regra por certo elitismo teológico que insiste em monopolizar um evento que combatia esse tipo de postura.

Nesta mesma época do ano passado chamei a atenção para a complexidade e heterogeneidade do movimento reformador, com implicações eclesiásticas, morais, políticas e econômicas. Em seu cerne estava o protesto contra a corrupção religiosa e a venda de indulgências pela igreja, assim como a defesa de que cada cristão pudesse, por si só, ler e compreender as Escrituras. A Reforma combateu, entre outras coisas, a autoridade central e o monopólio clerical como fonte única e oficial de interpretação da Bíblia.
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