Governo de Obama pede acesso universal ao aborto em reunião da ONU

Samantha Singson

NOVA IORQUE, NY, 6 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Na sede das Nações Unidas na semana passada, o governo de Obama continuou suas pressões para que haja mais acesso ao aborto legal no mundo inteiro. A equipe diplomática de Obama introduziu linguagem que está tumultuando uma negociação de alto nível. A proposta dos EUA pede “acesso universal” para “serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive acesso universal ao planejamento familiar”. O documento sob consideração culminará na Revisão Ministerial Anual de 2009, que se reúne nesta semana em Genebra. Continuar lendo “Governo de Obama pede acesso universal ao aborto em reunião da ONU”

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Como a OMS distorceu dados da mortalidade maternal para avançar a agenda do aborto

WASHINGTON — Num relatório anual recentemente divulgado sobre a condição da saúde mundial, a Organização Mundial de Saúde (OMS) apresenta estatísticas que enganosamente parecem colocar a mortalidade materna em pé de igualdade com outras doenças assassinas mundiais como a malaria e o HIV/AIDS. Essa nova abordagem contradiz outros relatórios da OMS em que a mortalidade materna nem mesmo chega entre as dez principais doenças que mais matam no mundo, ficando na posição de certo modo mais baixa do que as fatalidades de acidentes de carro. Continuar lendo “Como a OMS distorceu dados da mortalidade maternal para avançar a agenda do aborto”

Não deixe de ler

Obama  e a falácia do islamismo não violento

por Solano Portela

As razões apresentadas para cada incidente são diversificadas. Justificativas múltiplas vazias, às quais a imprensa sorve avidamente, no afã de marcarem pontos, salvarem sua pele, ou, simplesmente, de serem “politicamente corretos”. Mas o que todos esses incidentes e correntes têm em comum? O Corão e a religião islâmica.

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49 milhões a 5

por Ann Coulter

Depois da morte a tiros de George Tiller, o aborteiro que abortava bebês no último mês de gestação, o presidente Barack Obama enviou uma mensagem de saudação de que os EUA não vão tolerar ataques contra cidadãos pró-vida ou qualquer outro americano por causa de sua religião ou crenças.

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Aborto, estupro e risco de morte

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O fatídico evento ocorrido na cidade de Alagoinha que envolveu estupro de uma menina de 9 anos, gravidez de gêmeos, aborto e excomunhão da Igreja Católica, tem provocado um amplo debate na blogosfera. Não se trata de banalizar o assunto como querem alguns, mas sim, uma reflexão que se impõe em contrariedade àquilo que a mídia sensacionalista tem publicado.

Como afirmei no blog dos amigos César Moisés e Silas Daniel, talvez esse seja um dos assuntos mais difíceis para se analisar nos últimos tempos dentro do contexto social brasileiro. A complexidade dos acontecimentos envolvem uma multiplicidade de fatores, os quais, acredito, devem ser analisados separadamente para não incorrermos em erros de interpretação de modo a culminar em juízos equivocados.

Toda resposta simplista e emocional a despeito do evento deve ser descartada a fim de não tornar a discussão leviana, fruto de emotividade e não sustentado em principios éticos.

Tenho minhas convicções e também, como todo ser humano, minhas dúvidas em torno do tema. Por ora, participo de discussões nos blogs acima descritos, as quais acredito, em função da complexidade, não se esgotarão facilmente.  Mas, como dito, é o início de uma reflexão que se impõe.

Assim, em nome do debate saudável e salutar e com vistas a se evitar diálogos múltiplos, convido-os a acompanharem os comentários nos blogs de César Moisés e Silas Daniel.


BARACK ABORTO OBAMA

Aborto e Obama   

Obama e sua visão pró-aborto

Valmir Nascimento

Nem bem o trono presidencial da Casa Branca elevou o seu teor térmico com as nádegas do seu novo proprietário, o rei da mídia e presidente dos Estados Unidos Barack Obama, o mundo percebeu as primeiras pitadas da ideologia que norteará as decisões do atual governo americano. Depois de ter começado mal,  já no terceiro dia como o homem mais influente do mundo Obama revogou o bloqueio de verbas públicas direcionadas às organizações pró-aborto, eufemisticamente denominadas de organizações de planejamento familiar.

Segundo notícia, “em um comunicado divulgado no mesmo dia, Obama disse estar “determinado a proteger a liberdade das mulheres a escolher” entre ter ou não um bebê. Para o presidente, o 22 de janeiro lembra aos americanos “que esta decisão não apenas protege a saúde das mulheres e a liberdade reprodutiva, mas também simboliza um princípio maior: que o governo não vai se meter em assuntos familiares íntimos”. Obama reconheceu que o aborto é um “tema sensível, que nos divide”, mas afirmou que “qualquer que seja nosso ponto de vista, estamos unidos em nossa vontade de evitar a gravidez não desejada, de reduzir o número de abortos e de apoiar as mulheres e as famílias na decisão que tomarem”.

Para quem ainda tinha dúvidas sobre o perfil de Obama e sobre como ele conduzirá a presidencia dos EUA, essa notícia demostra cabalmente como se comportará daqui para frente, a começar, é claro, com a morte dos nascituros. Mas, somente bobos esquizofrênicos não sabiam que Barack agiria dessa forma, afinal ele nunca escondeu a sua visão sobre o assunto, como defensor do aborto e da liberdade de escolha por parte da mulher.

Onde estão os cristãos defensores de Obama?Obamamania

Gostaria de ouvir as repostas dos fãs do mulato-bonitinho-político, os quais pensavam que poderiam votar em um defensor do aborto sem que isso pudesse atingir a verdades centrais da fé cristã, notadamente no que se refere ao valor da vida humana.

Gostaria, agora, de ver a cara de alguns cristãos, evangélicos incluvise, que engrossaram o coro de apoio ao “primeiro presidente negro dos EUA”.

Gostaria de ver a manifestação daqueles que levantaram bandeiras, assopraram assovios e fizeram doações em prol de Obama e pensavam que a fé cristã poderia estar divorciada da vida pública. Ah, como eu gostaria…

Digo isso, pois, durante a campanha presidencial tive que ouvir e ler indigestos crentes insuflados pela Obamamania, tudo em nome do ineditismo de um negro poder tornar-se o primeiro presidente americano, como uma espécie de Martin Luther King dos tempos atuais, sem contanto, considerar sua cosmovisão, vida privada e capacidade administrativa.

Aliás, como postei aqui no blog, e que tem gerado grande debate, lembremos do livro escrito em homenagem a Obama com o título “O Deus de Barack Obama” onde ele é descrito como a nova “estrela” da política americana, o “rosto” do futuro do partido democrata, cuja fé religiosa é o combustível de tudo que ele conquistou e fonte de grandes desafios em busca da presidência”.

Como é que é? A sua fé religiosa é o combustível de tudo que ele conquistou e fonte de grandes desafios em busca da presidência? Só se for uma fé anti-bíblica, já que a Palavra de Deus não nos aconselha a matar crianças.