O propósito de Deus para a família cristã

Deus, em sua infinita bondade, quer que todos os seres se façam sua imagem e semelhança para assim herdar o Reino dos Céus. Para isso, desde o ínicio dos tempos, fez um propósito para que todas as famílias se tornem seguidoras de seus ensinamentos.
Após criar Adão e Eva, Ele os uniu como marido e mulher, abençoou-os e então lhes disse: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a Terra e sujeitai-a.” Gênesis 1:28. Era propósito de Deus que a Terra fosse povoada com seres criados à Sua própria imagem, compondo famílias que trariam glória a Ele e se tornariam membros da família maior no céu. Isaías 45:18; Efésios 3:14 e 15.

Apesar de o propósito original de Deus haver sido posto de lado como resultado do pecado humano, seu cumprimento final é certo. Romanos 8:28; Apocalipse 21:3 e 5.
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A trágica decisão do STJ que permitiu a adoção de crianças por homossexuais

por Valmir Nascimento

Por que a decisão do STJ de permitir a adoção por casal homossexual é um grande equívoco?

Trágica. É assim que podemos definir a decisão dos Ministros da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, por unanimidade, negaram recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul e mantiveram a decisão que permitiu a adoção de duas crianças por um casal de mulheres.

Continue a leitura no Enfoque Cristão.

Casamentos contratuais relâmpagos

Por que os casamentos estão cada vez mais curtos?  

 Alguns casamentos estão batendo recorde de tempo mínimo de existência. São as uniões a jato. É mais ou menos isso que Isto É evidenciou em sua edição de n.º 2113, como o caso da jovem estudante Thais Machado, de 26 anos de idade, cujo relacionamento não passou de vinte e dois dias.      

 Conforme a matéria: “Segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, poucos casais desfizeram a união no primeiro ano de vida em comum. Foram apenas 20 – cinco anos antes, por exemplo, não houve nenhum caso. O número cresce exponencialmente quando entra em cena o segundo aniversário: 2.329 uniões não completaram dois anos, um crescimento de quase 10% em relação a 2003. Para especialistas, este é um sinal dos tempos. “Somos cada vez mais individualistas. As pessoas acham inconcebível abrir mão de algo pessoal em função do outro”, diz a terapeuta de casais Junia de Vilhena, professora de psicologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. “É claro que um casamento relâmpago não é o ideal, pois o investimento emocional é sempre grande. Mas faz bem terminar logo algo que nos causa dor”, afirma Junia. O sexólogo Amaury Mendes Júnior concorda: “Estamos mais egoístas e a dificuldade de vínculo duradouro nos relacionamentos é imensa.”        

A leitura de tal matéria coloca-nos diante da seguinte indagação: Por que os casamentos estão cada vez mais curtos?        

Sem desprezar outros motivos, é possível dizer que um das razões da falência do casamento no tempo presente é a própria concepção que a sociedade têm a seu respeito. Se outrora o casamento era considerado como o ponto de partida essencial para a instituição familiar, atualmente prevalesce (na prática) o entendimento de que ele não passa de um contrato; simples acordo de vontade entre as partes.        

Essa, inclusive, é uma das principais discussões do Direito de Família moderno, em saber se a natureza jurídica do casamento é institucional ou contratual.        

Como escreve o jurista Flávio Tartuce [Direito de Família, p. 54], três são as teorias que tentam explicar a família: a) Teoria institucionalista: para essa corrente, o casamento é uma instituição social; b) Teoria contratualista: o casamento constitui um contrato de natureza especial, e com regras próprias de formação; c) Teoria mista ou eclética: segundo essa corrente, o casamento é um instituição quanto ao conteúdo e um contrato especial quanto à formação        

Sob o ponto de vista jurídico, o próprio Tartuce considera “exagerado afirmar que o casamento é um contrato”. Segundo ele, o contrato ainda é conceituado, em uma visão clássica, como um negócio jurídico bilateral ou plurilateral que visa a criação, a modificação ou a extinção de direitos e deveres, com conteúdo patrimonial. Ora, quando as pessoas se casam não buscam esse intuito patrimonial, mas afetivo. Pelo menos é o que se espera…”        

De outra banda, na prática a concepção contratualista vai levando a melhor. Na grande maioria o casamento é, tal qual uma prestação de serviços ou uma compra e venda, um acerto bilateral de vontades. Tão logo uma das partes queira (por razões diversas e muitas vezes por questões de somenos importância) o contrato é logo rompido. E isso ocorre mais rápido a cada dia.        

Não há dúvida de que todo casamento deva ter como base o acordo de vontades entre os nubentes. Não chancelamos em hipótese alguma casamentos arranjados, escolhidos pelos genitores ou com o fim de atender determinado anseio.        

Por outro lado, a simples consideração da união como sendo um contrato acaba por transformar a família em um mero negócio jurídico.         

Daí que a Bíblia tem o casamento não como contrato, mas como uma unidade; uma instituição. “E serão uma só carne”(Gn. 2.25), diz a Palavra de Deus. E não se trata de uma instituição qualquer; mas a principal instituição social criada pelo próprio Deus. Conforme escreve Esdras Costa Bentho ( A família no Antigo Testamento, p.24), “Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formulada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn. 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo que recebeu da parte de Deus”.        

Nubentes que encaram o casamento como um contrato não estão preparados para crises conjugais, mesmo que pequenas. Quando as dificuldades surgem, a primeira coisa que fazem é pedir a extinção do acordo. Mas aqueles que se casam com a visão de que a família é uma instituição, sabem que as crises virão mais cedo ou mais tarde, porém, farão de tudo para que o casamento prossiga, pois possuem consciência de que a extinção da instituição familiar somente pode ser realizada por Deus.”Não separe, pois, o homem o que Deus uniu” (Mc 10,9).    

E Agora, Como Viveremos?    

Relativização é o primeiro passo para a inversão de valores

Editorial Mensageiro da Paz – Ano 80 – nº. 1497

Uma das marcas da pós-modernidade (como é definido, pela maioria dos cientistas sociais, esse período da História em que estamos vivendo) é a relativização dos valores. Entretanto, é importante notar que a relativização de valores, que em si mesma já é um mal, não se constitui o final do processo de degeneração moral por que passa a humanidade, mas é apenas uma etapa para se chegar à conclusão lógica de sua implementação. A relativização dos valores, via de regra, é tão somente o primeiro passo para a inversão de valores.

Primeiro, se relativiza o valor para, depois, substituí-lo por outro com o qual foi equivocadamente equiparado no processo de relativização. A relativização não objetiva a lógica hegeliana de tese + antítese = síntese (lógica esta inaplicável na maioria esmagadora dos casos). O seu objetivo é forçar uma equivalência absurda entre a virtude e o vício para, mais à frente, tornar a virtude um vício e o vício, uma virtude.

Eis um exemplo atual disso: Recentemente, a psicóloga francesa Maryse Vaillant lançou um livro intitulado Les Hommes, I’amour, la fidélité (“Os homens, o amor e a fidelidade”). Essa obra é um sucesso de venda em seu país. Mas, o que Vaillant defende ali?

Diz a psicóloga francesa que “a infidelidade conjugal é essencial para o funcionamento psíquico de muitos homens, que não deixam de amar suas mulheres por causa disso” (sic). Ela defende que a maioria dos homens precisa de seu próprio espaço e considera a infidelidade deles “quase inevitável”, além de considerar que aqueles que não têm casos extraconjugais podem ter “uma fraqueza de caráter” (sic). Explica Vaillant: “Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem”.

Ou seja, para Maryse Vaillant, uma das psicólogas mais famosas da França e uma senhora divorciada há 20 anos, infidelidade conjugal é virtude e fidelidade conjugal é “fraqueza de caráter”, é “anomalia”, algo praticamente “doentio”, “patológico”. Inclusive, ela enfatiza que aceitar a infidelidade masculina pode ser “uma experiência libertadora para as mulheres”. É a beatificação da infidelidade e a condenação da fidelidade! Isso não é relativização de valores. Isso já é inversão total de valores. Mas, só pôde-se chegar a esse ponto (de defesa acadêmica da imoralidade) na sociedade ocidental porque, primeiro, houve uma relativização do que é o casamento e o seu valor até chegar ao ponto em que todo o conceito bíblico e moral de casamento se esvai, sendo substituído pelo seu inverso.

Todos os princípios morais e bíblicos sobre o casamento, como os de Êxodo 20.14, Mateus 5.27,28, Provérbios 5.18 e Hebreus 13.4, passaram agora a serem vistos como algo até mesmo “pernicioso”. E é exatamente o mesmo que está sendo feito em relação ao homossexualismo (vista hoje como natural) e à religiosidade (vista por alguns como “mal social”). Cabe a nós remarmos contra a maré dessa época, chamando as coisas pelos seus verdadeiros nomes.

Fonte: CPAD

Família proíbe que filhos usem o computador, TV e celulares para viverem melhor

Notícia interessante publicada na Revista Crescer.

Uma casa sem televisão, computador e celulares ligados. Já pensou? Foi assim, desse jeito um tanto radical, que um casal de britânicos junto com seus seis filhos diz ter encontrado a felicidade da família. Tudo começou há seis anos, quando os pais das crianças, Miranda e Richard Jones, perceberam que, enquanto por um lado as crianças durante um passeio ficavam ansiosas para voltar logo para casa e jogar no computador, um dos filhos demonstrava mais bom humor quando estava longe da tela.

Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Miranda diz que gostaria que as crianças tivessem uma infância bacana e, no lugar dos gadgets, deveria entrar mais tempo livre para brincar, ler livros, pintar e… conversar! A regra inclui todos os filhos da família Jones, desde o Nestor, de 1 ano, até Joshua, de 17, que já trabalha meio período e estuda na Universidade de Cambridge.

Miranda afirmou que o maior problema foi lidar com as escolas que insistiam que as crianças não poderiam deixar de ter acesso à internet para fazer seus deveres em casa. No ambiente escolar, no entanto, o computador está liberado, mas em casas, as lições são feitas com ajuda de livros. Tudo indica que isso não foi nenhum trauma, pelo que diz Joshua, o filho mais velho. “Isso não interferiu na minha vida escolar e [com a proibição do computador] eu realmente comecei a ver mais meus amigos em vez de apenas falar com eles pela internet.”

Se na sua casa o computador, a televisão e o celular são um problema, saiba que uma decisão radical como essa não é o que vai melhorar o convívio da sua família. Propor mais programas junto com as crianças, ainda que seja um jogo de tabuleiro, assistir a um DVD e reservar um tempinho para uma simples conversa são algumas dicas que vão deixar vocês mais unidos e que valerão muito a pena.

[Nota do Editor: A notícia revela que é possível viver (bem) mesmo sem computador, TV e celulares. Isso parece algo radical em meio à chamada Geração Y, que privilegia o relacionamento virtual em detrimento do real. Sem perceber, vamos nos tornando dependentes da mídia e de uma imensa parafernália tecnológica. Como resultado,  esquecemos de desfrutar de coisas simples e boas da vida. Alguns sintomas dessa dependência podem ser percebidos no fato de não conseguirmos passar o dia sem olharmos nossa caixa de e-mails ou uma semana sem postar algo em nossos blogs pessoais.]