Dúvida Tostines: debilidade espiritual ou analfabetismo bíblico?


por Valmir Nascimento

Pesquisa realizada pela LifeWay e publicada no site Christian Post revela (*) que embora a maioria dos adolescentes e jovens adultos americanos se identifiquem como cristãos, apenas 15 % (por cento) deles têm relação pessoal com Cristo e estão profundamente comprometidos. Segundo o estudo, realizado com 1.200 jovens norte-americanos em agosto de 2009, poucos lêem suas Bíblias ou outros textos religiosos, e muitos não freqüentam a igreja semanalmente.

Acredito, em verdade, que a pesquisa não nos revela (*) muita coisa. Ela simplesmente nos dá um dado estatístico baseado em determinada amostragem. Afinal, independentemente do estudo é evidente a ausência de compromisso dentro do cristianismo contemporâneo. Essa, aliás, é uma das características marcantes da nova espiritualidade. Seja espiritual, mas não religioso, diz o lema. É a espiritualidade do Deus Pop.

Caros leitores, lembro-me que há poucos dias publiquei aqui no blog outra pesquisa digna de tristeza: aquela que dizia que cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez.

Ao confrontar os dois estudos minha mente é balançada pela dúvida Tostines: vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? Na presente análise a interrogação é a seguinte: A debilidade espiritual dos jovens é resultado do analfabetismo bíblico dos líderes, ou os líderes analfabetos bíblicos são fruto dessa debilidade espiritual hodierna?

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Um comentário sobre “Dúvida Tostines: debilidade espiritual ou analfabetismo bíblico?

  1. Graça e Paz,

    É incrível como esta “nova” espiritualidade tem transformado nossas congregações.
    Outro dia ao “conversar” com o coordenador do Grupo Jovem percebi que a priori era o gráfico para ser demosntrado para o coordenador geral; mesmo que para isso não se levasse mais em conta o liderados e seu crescimento espiritual.
    Não há mais necessidade de se colocar em prática o que está sendo aprendido, pois, na verdade, não se está ensinado nada prático.
    O que vi foram tentativas de aprisionar a prática daqueles que não se conformam com o gesso posto.
    A necessidade, segundo nossas congregações, é que inunde os bancos (cadeiras) e os corredores de “gado”; as ovelahs que fiquem trancadas num aprisco, pois elas além,de obedecerem ao Pastor de suas almas, tem a tendência de pesquisar e questionar o modelo contrário da “sã liturgia” estipulada em nossos dias.
    É o favorecimento das formas em lugar do real conteúdo.
    Bem, o que fazer, sendo um simples CONVERTIDO?

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