Os problemas da sexualidade hedonista


Por Valmir Nascimento M. Santos

“Dizem que o sexo se tornou um problema grave porque não se falava sobre o assunto. Nos últimos vinte anos, não foi isso que aconteceu. Todo dia se fala sobre isso, mas ele continua sendo um problema. Se o silêncio fosse a causa do problema, a conversa seria a solução. Mas não foi”.

“Os demônios que nos tentam e a propaganda a favor da luxúria associam-se para nos fazer sentir que os desejos aos quais resistimos são tão naturais, saudáveis e razoáveis que essa resistência é quase uma perversidade e anomalia. Cartaz após cartaz, filme após filme, romance após romance associam a idéia da libertinagem sexual com as idéias de saúde, normalidade, juventude, franqueza e bom humor. Essa associação é uma mentira”. C. S. Lewis

Introdução

No tempo presente um dos assuntos mais conturbados e digno de várias interpretações é o tema sexualidade. A sua própria definição, aliás, é motivo de não poucas controvérsias, a depender do ângulo em que a observa.

Neste ensaio busco demonstrar, amparado por C. S. Lewis e Myer Pearlman, as razões pelas quais a visão hedonista da sexualidade é um grande equívoco, e, mais do que isso, provoca uma sorte de males na sociedade.

Hedonismo: o prazer acima de tudo

Impera hoje o entendimento de que a sexualidade é uma construção social, a qual é erigida em conformidade com os costumes sociais de determinada época, ancorada, portanto, na cultura do povo. Por esse motivo, a concepção de que a sexualidade deve ser exercida em conformidade com os desejos do homem e da mulher tem provocado uma série de prejuízos sociais, além, é claro, de banalizar o sexo.

Na realidade o pensamento vigente está atrelado à doutrina hedonista, teoria que sustenta que a coisa mais importante na vida é a conquista do prazer e a fuga ao sofrimento; de modo que a primeira pergunta que se faz não é: Isto é correto?”, mas: “Trará prazer?”. Como escreve Myer Pearlman “nem todo hedonista têm uma vida de vícios, mas a tendência geral do hedonista é desculpar o pecado e disfarça-lo, qual pílula açucarada, com designações tais como esta: ‘é uma fraqueza inofensiva’; ‘é um pequeno desvio’; ‘é mania do prazer’; ‘é fogo da juventude’. Eles desculpam o pecado como estas: ‘Errar é humano’; ‘o que é natural é belo e o que é belo é direito'”.

Pearlman anota que “é sobre essa teoria que se baseia o ensino moderno de “auto-expressão”. Em linguagem técnica, o homem deve “libertar suas inibições”, em linguagem simples “ceder à tentação porque reprimi-la é prejudicial à saúde”. Naturalmente, isso muitas vezes representa um intento para justificar a imoralidade. Mas esses mesmos teóricos não concordariam em que a pessoa desse liberdade às suas inibições de ira, ódio criminoso, inveja, embriaguez ou alguma outra tendência similar”. Segundo ele “no fundo dessa teoria está o desejo de diminuir a gravidade do pecado, e ofuscar a linha divisória entre o bem e o mal, o certo e o errado. Representa uma variação moderna da mentira antiga: “Certamente não morrerás”. E muitos descendentes de Adão tem engolido a amarga pílula do pecado, adoçada com a suposta suavizante segurança: “Isto não fará dano algum.” O bem é simbolizado pela alvura, e o pecado pela negrura, porém alguns querem misturá-los dando-lhes um cor cinzenta neutra. A admoestação divina àqueles que procuram confundir as distinções morais é: “Ai daqueles que chamam o mal bem, e o bem mal”.

Desejos reprimidos

Nesse cenário, uma das alegações mais comuns para tentar justificar que toda conduta sexual é válida é aquela em que se diz que o homem não pode reprimir os seus desejos, e que isso atenta contra a sua própria natureza. No cerne está o prazer como a linha mestra da sexualidade, o que, por sinal, a mídia tem contribuído sobremodo para a proliferação desse pensamento. Filmes que valorizam as relações sexuais irresponsáveis; novelas que defendem a promiscuidade sexual e propagandas vulgares de mulheres seminuas postas como objeto são somente algumas das demonstrações de que os meios de comunicação, na grande maioria, não fazem qualquer distinção acerca da sexualidade e do impacto negativo que elas provocam na mente e na vida dos espectadores; ao contrário, o erotismo é uma das táticas mais usadas para atrair a atenção dos consumidores incautos, afinal está mais do que provado que o apelo pornográfico vende. Consoante C. S. Lewis: “Os demônios que nos tentam e a propaganda a favor da luxúria associam-se para nos fazer sentir que os desejos aos quais resistimos são tão naturais, saudáveis e razoáveis que essa resistência é quase uma perversidade e anomalia. Cartaz após cartaz, filme após filme, romance após romance associam a idéia da libertinagem sexual com as idéias de saúde, normalidade, juventude, franqueza e bom humor”. Lewis ainda acrescenta: “Essa associação é uma mentira”.

Nesse ponto, a pergunta que se faz é a seguinte: Se o ser humano possui o desejo sexual, por qual motivo ele não pode atender a esse desejo a fim de sentir prazer?

Inicialmente, partimos do pressuposto de que Deus dotou o homem com vários instintos capazes de habilitá-lo para a vida terrena. Instintos, define-se, “são forças motrizes da personalidade implantados na criatura a fim de capacitá-la a fazer instintivamente o que é necessário para originar e preservar a vida natural”. Não é preciso ser cristão para aceitar o fato de que possuímos instintos vitais que nos fazem agir impulsivamente em determinadas situações. Frente à fome, procuramos comida; no momento de perigo, reagimos (ou fugimos).

Assim, consideremos os cincos instintos mais importantes do homem, conforme Pearlman: “O primeiro é o instinto da auto-preservação que nos avisa do perigo e nos capacita a cuidar de nós mesmos. O segundo, é o instinto de aquisição (conseguir), que nos conduz a adquirir as provisões para o sustento próprio. O terceiro, é o instinto da busca de alimento, o impulso que leva a satisfazer a fome natural. O quarto é o instinto da reprodução que conduz à perpetuação da espécie. O quinto, é o instinto do domínio que conduz a exercer certa iniciativa própria necessária para o desempenho da vocação e das responsabilidade”.

Porém, é preciso esclarecer que, apesar de Deus ter concedido tais instintos ao homem, não quer isso dizer que ele seria governado por tais impulsos, como se fossemos reféns de nossos próprios desejos. Obviamente que não. E é exatamente aqui que entra a consciência moral do indivíduo, pois, além de termos sido dotados de instintos, fomos, também, privilegiados com o senso do certo e do errado; sabedores da diferença entre o bem e o mal. Do ponto de vista prático aqui mora a grande diferença entre homens e animais, eis que esses últimos são governados basicamente por seus impulsos, já o ser humano é dirigido pelo livre arbítrio, portador da consciência moral.

A consciência moral nos ajuda a gerenciar nossos impulsos, a fim de que não vivamos à mercê de nossos próprios desejos. Ela nos alerta se os nossos impulsos podem ou não ser atendidos e nos mostra quando estamos agindo de maneira errada. A existência dessa consciência moral é fundamental, afinal se não a tivéssemos os instintos seriam a nossa única regra de vida.

Os naturalistas, obviamente, para tentar defender que o homem é fruto da evolução, argumentam que a consciência moral é também um tipo de instinto, pois que a evidência da lei moral indica a existência de um Deus que criou todas as coisas, principalmente o homem, com uma linha de conduta a ser seguida.

A idéia de que a moral é somente um instinto já havia sido albergada anteriormente por Friedrich Nietzsche:


“Em toda a parte onde encontramos uma moral encontramos uma avaliação e uma classificação hierárquica dos instintos e dos actos humanos. Essas classificações e essas avaliações são sempre a expressão das necessidades de uma comunidade, de um rebanho: é aquilo que aproveita ao rebanho, aquilo que lhe é útil em primeiro lugar – e em segundo e em terceiro -, que serve também de medida suprema do valor de qualquer indivíduo. A moral ensina a este a ser função do rebanho, a só atribuir valor em função deste rebanho. Variando muito as condições de conservação de uma comunidade para outra, daí resultam morais muito diferentes; e, se considerarmos todas as transformações essenciais que os rebanhos e as comunidades, os Estados e as sociedades são ainda chamados a sofrer, pode-se profetizar que haverá ainda morais muito divergentes. A moralidade é o instinto gregário no indivíduo.” (Friedrich Nietzsche, in ‘A Gaia Ciência’)

Esse pensamento é eminentemente naturalista. Fruto da idéia Darwinista. A intenção, óbvia, é tirar Deus do cenário. Assim, se Deus não existe, tudo é permitido. Nesse diapasão de pensamento, não existe uma moral absoluta. Não existe um Sábio Legislador. A moral é resultado do próprio homem. Ocorre que essa idéia é um grande embuste, como bem anotou C. S. Lewis essa idéia é errada, pois, quando dois instintos estão em contradição, é o senso moral quem irá dizer qual devemos atender. Por exemplo, “suponhamos que vocês ouça um grito de socorro de um homem em perigo. Provavelmente sentirá dois desejos: o de prestar socorro (que deve ser o instinto gregário) e o de fugir do perigo (que se deve ao instinto de auto-preservação). Mas você encontrará dentro de si, além desses dois impulsos, um terceiro elemento, que lhe mandará seguir o impulso da ajuda e suprimir o impulso da fuga”. Esse terceiro elemento é a nossa consciência moral.

Instintos usurpados

Os instintos, tal qual concedidos por Deus, são bons e legítimos, porém, até mesmo eles precisam ter limites, isso porque a usurpação dos instintos é o motivo pelo qual grandes atrocidades são cometidas entre os homens. O instinto da alimentação sem limites dá lugar à glutonaria. Quando o instinto da aquisição é deturpado estamos diante do furto e do roubo. Da mesma forma, o instinto da reprodução, quando não delineada, abre-se espaço para todo tipo de conduta sexual, como a pornografia, o adultério e fornicação.

Myer Pearlman explica que “é a aberração desses instintos e das faculdades dadas por Deus que forma a base do pecado. Por exemplo, o egoísmo, a irritabilidade, a inveja, e a ira são aberrações do instinto da autopreservação. O roubo e a cobiça são perversões do instinto da aquisição. “Não furtarás” e “não cobiçaras” querem dizer: “não perverterás o instinto da aquisição. A glutonaria é a perversão do instinto da alimentação, portanto, é pecado. A impureza é perversão do instinto de reprodução. A tirania, a arrogância, a injustiça e a implicância representam abusos do instinto do domínio. Assim, vemos que o pecado, fundamentalmente, é o abuso ou a aberração das forças com que Deus nos dotou”.

Isto posto, e de volta à pergunta anteriormente formulada, responde-se que o homem não pode jamais, a pretexto da busca pelo prazer atender todos os seus desejos, primeiro porque isso seria (e é) catastrófico, e segundo porque os instintos do homem são propensos ao pecado, o que a Bíblia chama de desejo da carne, a representar a nossa natureza decaída, em desobediência ao próprio Deus.

“Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito”. RM 8:5

C. S. Lewis dizia que a regra cristã é clara: “Ou o casamento, com fidelidade completa ao cônjuge, ou a abstinência total”. Isso é tão difícil de aceitar, e tão contrário a nossos instintos, que das duas, uma: ou o cristianismo está errado ou o nosso instinto sexual, tal como hoje em dia, se encontra deturpado. É claro que, sendo cristão, penso que foi o instinto que se deturpou”.

Em referência à sexualidade, a sua visão hedonista é um completo equívoco porque todas as vezes que o homem se curva aos seus mais fortes desejos e instintos ele ficará em apuros. “A submissão a todos os nossos desejos obviamente leva à impotência, à doença, à inveja, à mentira, à dissimulação, a tudo, enfim, que é contrário à saúde, ao bom humor e à franqueza”. Lewis escreve ainda que “para qualquer tipo de felicidade, mesmo neste mundo, é necessário comedimento. Logo, a afirmação de que qualquer desejo é saudável e razoável só porque é forte não significa alguma coisa. Todo homem são e civilizado deve ter um conjunto de princípios pelos quais rejeita alguns desejos e admite outros”.

O homem natural compreende, até certo ponto, que não pode agir sempre em conformidade com os impulsos do seu corpo e com a força da sua vontade. Ele aceitará que no momento da discussão, quando a ira atingiu o ápice dos seus nervos, não poderá dar vazão à ela e com isso fazer tudo quanto pretende com o seu oponente. O homem natural aceita, teoricamente, o fato de que existem instintos primitivos dentro de si que, se liberados, podem trazer dor, sofrimento e tristeza, como é o caso do sentimento de vingança. Entretanto, essa mesma lógica não é aceita em relação à sexualidade. Dizem que todos os desejos sexuais podem e devem ser atendidos, afinal, não são eles desejos naturais? Essa visão é tão ridícula que, se aceita, pode justificar o comportamento dos pedófilos, os quais tentam se desculpar dizendo que molestaram crianças simplesmente porque foram compelidos pelos desejos sexuais. Ora, os desejos sexuais não podem jamais ser legitimados em detrimentos de outros valores maiores.

As Conseqüências Do Hedonismo

Evidentemente que o instinto de reprodução traz consigo o prazer. O corpo do homem e da mulher foram criados por Deus capazes de sentirem prazer no momento da relação sexual. Lewis escreve que “o cristianismo é praticamente a única entre as grandes religiões que aprova por completo o corpo – que acredita que a matéria é uma coisa boa”. Assim, diz ele, “se alguém disser que o sexo, em si, é algo mau, o cristianismo refuta essa afirmativa instantaneamente. Mas é claro que, quando as pessoas dizem “o sexo é algo que não devemos nos envergonhar”, elas podem estar querendo dizer que “o estado em que se encontra nosso instinto sexual não é algo que devemos sentir vergonha”.

Entretanto, a utilização do sexo pela busca somente do prazer, sem considerar outros elementos, e, em desprezo à moralidade, a responsabilidade e o amor transforma o sexo em um simples acasalamento de corpos. A Bíblia demonstra que quando o homem busca somente o prazer ele se mete em encrencas.

“De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?” Tg. 4.1.

“Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros”. Tt. 3.3

A visão hedonista da sexualidade traz consigo não somente a promiscuidade, a banalização do sexo e a vulgaridade nos relacionamentos entre homem e mulher, mas também uma série de trágicas conseqüências tanto para o indivíduo quanto para a sociedade de uma forma geral. É possível constatar essa verdade ao analisar que, historicamente, a liberalização estabanada do sexo, fundamentada somente no prazer irresponsável, trouxe consigo o aumento da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis; sem falar ainda o crescimento da gravidez na adolescência, os abortos, as crianças abandonadas, famílias desestruturadas com mães e/ou pais solteiros. Nessa mesma linha, podemos citar ainda que a concepção equivocada sobre a sexualidade contribuiu com o aumento da violência sexual, o abuso infantil, o atentado violento ao pudor e ao estupro.

Francis Schaeffer (Como Viveremos, p. 163) escreve que Edward Gibbon em seu livro Declinio e Queda do Império Romano, dizia que vários fatores levaram o Império Romano à bancarrota, entre eles, o apego exagerado ao sexo. Ele asseverou que os seguintes cinco fatores marcaram o fim de Roma: primeiro, um forte amor pelo espetáculo e pela suntuosidade; segundo, uma crescente discrepância entre ricos e pobres; terceiro, uma obsessão pelo sexo; quarto, excentricidade nas artes, mascarada como originalidade, e entusiasmo fingindo ser criatividade; em quinto lugar, um crescente desejo de viver fora do Estado.

Portanto, a obsessão pelo sexo traz consigo, não somente prejuízo para o indivíduo, mas para a sociedade como um todo. O sexo banalizado joga uma nação para a trivialidade intelectual.

Os limites estabelecidos por Deus

Por isso, é importante entender que todos os limites que Deus estabeleceu ao homem não foram colocados simplesmente para se criar novas regras para serem seguidas; ao contrário, as proibições apostas pelo Criador possuem propósitos definidos, para que vivêssemos em harmonia tanto para com Ele quanto em relação ao próximo. Quando Deus diz que o adultério é pecado ele não o faz à esmo somente pelo simples interesse de criar um novo tipo de pecado, sem qualquer critério, como se fosse uma lei impensada, mas por considerar que a lealdade entre os cônjuges possui um padrão moral de lealdade, e, uma vez quebrado, pode trazer prejuízos e gerar insatisfação e frustração entre os envolvidos, acarretando consequentemente, a quebra da família, a principal instituição social. Da mesma forma, quando Deus estabelece que a prática da fornicação é um erro, e que o certo é que o homem e a mulher somente façam sexo após o casamento, é porque Ele sabe perfeitamente que o sexo realizado sem compromisso e amor, com diversos parceiros, é a abertura de um abismo sem voltas.

Os evangélicos, temos o costume de atacar os erros da sociedade secular sem, todavia, explicar os motivos pelos quais algumas condutas são erradas, principalmente relacionadas ao sexo. Geralmente, dizemos que o adultério, p. ex., é pecado pois a Bíblia assim o diz. Realmente a Escrituras afirmam isso, entretanto alguém pode acrescentar: Mas por que a Bíblia proíbe o adultério? Nesse caso, se não tivermos uma visão aprofundada sobre os motivos que levaram Deus a proibir o adultério ficaremos a ver navios ante a indagação do descrente.

A luta contra o desejo sexual

É preciso dizer, realmente, que a natureza caída do homem e o desejo carnal gera no indivíduo um desejo quase incontrolável na busca pelo sexo. Paulo explicou acerca da luta travada no nosso corpo (Rm. 7.15-18). Portanto, não negligencio a dificuldade que é viver em conformidade com a Palavra, dentro dessa sociedade hedonista e que cultua o sexo. Também não desprezo que muitos possuem grandes dificuldades em relação à sexualidade, razão pela qual acreditamos na necessidade da transformação do individuo, a fim de não mais ser guiado pela desejo da carne mas pelo Espírito Santo de Deus (Cl. 3.15). Por isso, termino com duas frases de Lewis, a todos quantos têm dificuldades em relação ao sexo:

“Para sermos curados, temos de querer ser curados. Todo aquele que pede socorro será atendido; porém, para o homem moderno, até mesmo esse desejo sincero é difícil de ter. É fácil pensar que queremos algo quando na verdade não o queremos”.

“Você tem de pedir a ajuda de Deus. Mesmo depois de pedir, poderá ter a impressão de que a ajuda não vem, ou vem em dose menor que a necessária. Não se preocupe. Depois de cada fracasso, levante-se e tente de novo, a primeira ajuda de Deus não é a própria virtude, mas a força para tentar de novo”.


NOTAS

[i] Myer Pearlman, Conhecendo as doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 1997, p. 85,

Myer Pearlman, obra citada, p. 85/86.

C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples. Martins Fontes, p. 132

Myer Pearlman, obra citada, p. 75.

Idem

C. S. Lewis, obra citada, p. 14.

Myer Pearlman, obra citada, p. 76.

C. S. Lewis, obra citada, p. 132

C. S. Lewis, obra citada, p. 130.

C. S. Lewis, obra citada, p. 134.


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