Gritos inocentes na Superinteressante


Segue abaixo interessante e necessário artigo escrito pelo amigo José San Martin sobre matéria denominada “Mamãe, quero ser menina” da Revista Superinteressante do mês de abril de 2009, que fala sobre práticas adotadas nos EUA e Europa de “troca de sexo” já em crianças. É terrível!

Esse tema será objeto do nosso debate no programa E Agora, Como Viveremos? amanhã (6/4/9) na Rádio Educativa Nazareno FM.

Gritos inocentes na Superinteressante

_José_San_Martín_

Apesar de aprendermos desde cedo que “criança não tem querer”, aSuperinteressante [para quem se interessa por homossexualismo] tenta nos convencer do contrário nesta edição de abril. Como não existe criança de três anos gay, o departamento de arte da revista pintou de rosa pintinhos-futuros galinhos, e de azul as futuras galinhas para representar a precocidade da “dúvida” de crianças sobre sua sexualidade. Na maior cara-de-pau passam a narrar o esforço do que denominaram “alguns médicos” para “ajudar” os pequeninos a resolver o grande dilema de decidir se vão querer ser homem ou mulher como nasceram ou, caso rejeitem a natureza de seus corpos, se serão transexuais, andróginos e outras opções polêmicas.

O nome inventado para justificar e direcionar erradamente o comportamento infantil é tão estranho quanto a proposta de cura: “Transtorno de identidade de gênero”. O texto é de corar qualquer pai de família. Na matéria intitulada “Mamãe quero ser menina” a redatora Karin Hueck parece ter o objetivo de quebrar paradigmas com afirmações diretas, como se fosse verdade, provada e ponto final.

A mudança [de sexo] é possível — Toda criança nasce com um sexo. Mas nem toda criança acha que nasceu com o sexo certo [Quem decide ou direciona isto?]. Quando isso acontece, estamos diante de um dos maiores desafios da medicina. A idéia parece radical, mas já está sendo feita na Europa e nos EUA, desde o começo dos anos 2000 na Europa, alguns médicos iniciam a troca de sexo já em crianças. Para isso, prescrevem bloqueadores da puberdade entre os 10 e 12 anos, e hormônios sexuais a partir dos 16. (grifo nosso)

Agora, pasmem os leitores com o que é apenas o começo da matéria “científica” descrevendo a manipulação, pelos próprios pais, de um inocente para o lado inverso e não o ajudando a ser o homem que nasceu.

A revista cita o suposto caso de um menino de apenas três anos que se comportava como menina. Assim, os pais do pequeno Nick achavam estranho que ele se interessasse tanto por roupas femininas, queria ser fada princesa e coisa e tal. Ao invés de ajudar o filho, a mãe pergunta ao garotinho se ele gostaria de comprar um vestido. “Ele começou a ofegar de felicidade”, diz o texto engajado da Super.

É necessário frisar: estamos falando de uma criança de três anos… Um. Dois. Três aninhos.

Nick só seria feliz se vivesse como menina. E foi exatamente o que os “pais” fizeram. Hoje aos sete anos Nick se chama Mary. Na escolinha na Califórnia quase ninguém sabe que ela é um “menino com variação de gênero”. (grifo nosso)

Qualquer leigo em psicologia sabe o óbvio: aos três anos uma criança está em formação. É senso comum que o fato de uma criança se vestir com roupas ou, da mesma forma, se interessar por brinquedos e outras coisas do sexo oposto é perfeitamente normal nessa fase. Mas por conta disso os “especialistas” estão ministrando hormônio que paralisam o desenvolvimento normal da sexualidade de meninos e meninas até que eles possam ter condições de fazer a decisão que a natureza já havia sacramentado.

Enquanto escrevia este texto, neste sábado, meu filhinho de dois anos me trouxe uma flor, dentre outras, que colhera lá fora. Deveria eu ir à Europa ver “alguns” médicos para ajudá-lo? Agora, pensemos nos milhares de crianças adotadas por casais gays na Europa e EUA e mundo afora…

A verdade é que em nome de uma pseudociência (falsa ciência) estão a ressuscitar Josef Mengele e outros monstros presentes na história dos carniceiros da humanidade com seus experimentos macabros. Brincam com algo seriíssimo sem calcular as terríveis consequencias de sua intervenção — ou intromissão — onde não foram chamados.

Assim como os alimentos transgênicos, que ninguém sabe o que causarão ao organismo humano a longo prazo, “alguns médicos” se enveredam pelo caminho perigoso de tentar “consertar” distúrbios mentais-sexuais com remédios. Quem são esses médicos falíveis para “reprogramar” um ser humano em formação de acordo com seus postulados contaminados pelo rolo compressor da agenda gay que domina a Europa e EUA “avançados”?

Essa monstruosidade acaba sendo perfeitamente cabível a uma sociedade que se despreza a Deus. Dawkins e seus discípulos devem estar radiantes na Inglaterra pós-cristã. Ateus da Europa, darwinistas, naturalistas ao redor do globo não verão qualquer problema em submeter seus filhos como ratinhos às experiências pós-modernas no laboratório da sexualidade planejada. Os gritos dos inocentes abusados em seu direito de se tornarem pessoas normais serão abafados por uma “ciência” inconseqüente e engajada à pratica homossexual.

A grande questão é: O que farão com os adultos repletos de distúrbios mentais-sexuais que estão a criar? O que responderão a meninos e meninas transformados em seres andróginos com sua personalidade devastada para sempre? Como reagirão às inimagináveis formas de revolta a ser produzidos por aqueles de quem tiraram o direito de ser o que Deus planejara?

Temos de reiterar: O que vão fazer com as inúmeras vítimas (ou cobaias) de sua temerária experiência quando na idade da razão os culparem por transformá-los naquilo que não desejavam? Se gente tida como normal está a protagonizar matanças em série na Europa e EUA, o que será dos contemporâneos dessas pobres criaturas manipuladas contra a sua vontade?

Isso, sem meias palavras, é o ser humano reescrevendo o destino de inocentes encaminhados à transexualidade com argumentos “científicos”. Tudo muito natural, naturalista, numa cosmovisão que não tem lugar para Deus, e tão-somente às teorias improváveis de Darwin e seus ossos que não emendam o elo perdido. São ajustes forçados e homologados por gente com diploma de PhD, seguidores da cartilha evolucionista-naturalista.

É a tentativa temerária de dar ares de normalidade ao que sempre será anormal. Novamente chamam o mal de bem e vice-versa. Estão descaradamente a dizer que Deus está errado, como bradou Satanás a Eva no Éden. Mas isto também é incompatível com o que pensam sobre a Bíblia e o Gênesis, que não passam de lenda e alegoria, num livro escrito por homens, como defendeu a Super no fim do ano passado.

“Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo! 21 Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e inteligentes em sua própria opinião! 22 Ai dos que são campeões em beber vinho e mestres em misturar bebidas, 23 dos que por suborno absolvem o culpado, mas negam justiça ao inocente!, Isaías 5.20-23, Nova Versão Internacional

“Coitados dos que dizem que o certo está errado e o errado está certo; que dizem que o preto é branco e o branco é preto; que afirmam que o amargo é doce e o doce é amargo.
 21 Pobre de quem se considera muito sábio, e quem se acha uma pessoa inteligente e sensata! 22 Coitados dos que são “heróis” da bebida e gostam de mostrar para os outros o quanto podem beber; 23 gente que por um pouco de dinheiro torce a justiça, dando liberdade aos criminosos e prendendo os inocentes”, Bíblia Viva

Ok, contrarie a natureza,vá em frente, mas saiba que problemas reais sobrevirão. As conseqüências não se encaixam na “forçação” de barra para a prática controversa.

Doutora em Genética Humana pela universidade de Tübingen, Alemanha, a médica Angelica Boldt, escreveu recentemente o seguinte aos senadores da República brasileira em relação à Lei da Homofobia:

Não pode ser normal pessoas morrerem com garrafas dentro do intestino! Num estudo publicado em 2004 na revista British Journal of Psychiatry, observou-se que 42% dos homossexuais, 43% das lésbicas e 49% dos bissexuais apresentaram pensamentos e ações auto-destrutivos. Em 1981, observou-se que aproximadamente um de cada 10 homicídios em São Francisco deviam-se a práticas sexuais sadomasoquistas entre homossexuais! Analisando as estatísticas publicadas em 1999 no Clinical Psychology Review, observa-se além disso uma íntima associação entre o homossexualismo e violência doméstica: 48% dos casais de lésbicas e 38% dos casais homossexuais reportam este tipo de violência, comparados a 28% dos casais heterossexuais. Em outro trabalho publicado em 2005 na Family Practice News, observou-se que os homossexuais apresentam um aumento de quatro vezes no consumo de marihuana, 7 vezes de cocaína e 10 vezes de anfetamina comparados à população em geral!

O problema se agravará. Os distúrbios sexuais permanecem nas vidas dos que insistem em desprezar o infinito amor de Deus. Contra fatos não há argumentos. As fartas pesquisas que não interessam à Superestão a dizer que a felicidade real está em crer em Deus, em ter uma religião, no casamento entre um homem e uma mulher. (leia nosso artigo Sexo=Casamento).

Percebam os problemas causados ao organismo devido ao uso dos bloqueadores de puberdade, enumerados pela própria Super, em contraste com as argumentações sobre os transtornos sociais reais vividos por transexuais. Um mal compensaria o outro?

Os bloqueadores de puberdade ajudam a aliviar o preconceito porque deixam a pessoa com uma aparência mais natural depois da mudança de sexo. As contraindicações são muitas: atrapalham a calcificação dos ossos e, se o tratamento for iniciado muito cedo — com bloqueadores e hormônio na puberdade — a pessoa quase certamente ficará infértil. Além disso, a dose do GnRH [hormônio liberador de gonadotrofina,que impede o testosterona e o estrogênio de agir] pode chegar a R$ 3 mil.

Os gritos dos pequeninos estão a clamar, a partir da Europa e Estados Unidos, por socorro aos transtornos que serão submetidos na vida adulta. À dificuldade de amar e ser amado com que terão de conviver. Gritam por ser o que Deus quer que sejam: homens e mulheres aptos a conhecer a vontade de Deus e o servirem. Quaisquer indivíduos ou grupos que tirarem esse direito sagrado dos inocentes haverão de ter com o Criador. Aí a conversa será diferente.

“Mas se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar”,Mateus 18.6, NVI

“Mas se qualquer um de vocês fizer um destes pequeninos que crêem em Mim perder a sua fé, seria melhor para vocês serem jogados no mar com uma pedra amarrada no pescoço”,
 Bíblia Viva

Um erro nunca consertará outro. Mas Deus pode consertar quaisquer anormalidades ou anomalias presentes num ser humano,sejam morais ou físicas. O Senhor Jesus deu a indicação: “Tudo é possível ao que crê”. Ele é o Criador do homem e da mulher e pode ajudar TODOSquantos o buscarem de coração para abandonarem a condição adversa. Sobre o cego de nascença, que os discípulos acreditavam estar pagando por erros passados, Jesus foi claro.

“Seus discípulos lhe perguntaram: “Mestre, quem pecou: este homem ou seus pais, para que ele nascesse cego?” 3 Disse Jesus: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele, João 9.2,3, NVI

“Mestre”, perguntaram os seguidores, “por que este homem nasceu cego?” Isto foi conseqüência dos pecados dele mesmo, ou dos seus pais?”
 3 “Nem uma coisa, nem outra”, respondeu Jesus, “mas para manifestar o poder de Deus”, Bíblia Viva

José San Martín
“Consagro a Deus o que escrevi”

Por favor, reproduza nossos conteúdos à vontade, mas dê os devidos créditos ao autor e ao blog http://www.josesanmartin.com.br.Comente no espaço abaixo ou entre contato conosco pelo e-mail:josesanmartincaminaneto@gmail.com – Deus o(a) abençoe!

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3 comentários em “Gritos inocentes na Superinteressante

  1. Muito bom. Onde chegamos e onde chegaremos. O SENHOR ESTÁ VOLTANDO. Fiquemos atentos mais do que nunca.

  2. Prezado Valmir, este problema ainda vai nos afetar diretamente. Deveríamos espernear e gritar fortemente contra isto. Salvo os blogs não há informação a respeito. Infelizmente.

  3. Concordo que os pais não devem orientar os filhos a escolher sua orientação sexual tanto quanto sua religião conforme não raramente fazem os evngélicos. Penso que o foco não deva ser o zelo pelo ego dos pais mas sim o bem estar psicológico das crianças.

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