ESCOLA DE ATEUS


Charge: Flamir

Educando para a descrença

 Valmir Nascimento 

Uma série de acontecimentos no mundo moderno evidenciam que os ateus da atualidade estão em polvorosa e com as garras afiadas na tentativa de destruir qualquer tipo de crença em Deus, fé e expressão religiosa. No Reino Unido, recentemente o ativista ateu Richard Dawkins encabeçou campanha publicitária onde a frase “Provavelmente Deus não existe; então, pare de se preocupar e aproveite sua vida” foi estampada em centenas de ônibus. Nos Estados Unidos, o advogado Michel Newdow ingressou com pedido na Suprema Corte a fim de que a expressão “com a ajuda de Deus” fosse suprimida do juramento de posse do Presidente Barack Obama. Graças a Deus o pedido não foi atendido.

Esses e outros fatos comprovam a grande diferença entre o ateísmo moderno e o ateísmo antigo. Se em dias passados os antiteístas (ateus, agnóticos e céticos) não faziam questão de expor abertamente suas idéias, hoje eles defendem suas opiniões ostensivamente, e não poucas vezes com ferrenhos ataques aos cristãos, com declarações preconceituosas e descabidas contra todos aqueles que professam uma religião; tanto é assim que no livro “Deus, um delírio” o mesmo Dawkins declara que “Deus é um delinquente psicótico, inventando por pessoas loucas, iludidas”.

Como acadêmico e homem da ciência, Dawkins escreve como um religioso fanático, deixando de lado os pressupostos cientíticos e partindo para a defesa cega e proselitista da sua forma de ver o mundo. Como bem explicou o também professor de Oxford e ex-ateu Alister McGrath no livro “O delírio de Dawkins”, “tal como um evangelista, Dawkins prega a seus devotos do ódio a Deus, os quais se deliciam com o bombardeio retórico e erguem as mãos, prazenteiros”… “os verdadeiros cientistas rejeitam a fé em Deus! Aleluia!”.

Como anotou Ravi Zacharias, infelizmente o ateísmo está vivo e é mortal. Mais mortal ainda agora com contornos de religiosidade materialista e fanática para quem o homem é o seu próprio Deus e a lógica científica a única forma de revelação. E assim como uma igreja cristã que possui escola dominical para a instrução, ensino, e fortalecimento da fé de todos os seus membros, o ateísmo da atualidade tem buscado também formas de educar as crianças segundo a visão ateísta. Uma dessas idéias acontece no Centro da Comunidade Humanista em Palo Alto, Califórnia, com a escola dominical ateísta. Ali meninos e meninas recebem educação tendo como pressuposto principal a argumentação de que Deus não existe.

Frente a uma escola de ateus tal como essa surgem as seguintes indagações: Como se ensina uma criança para a descrença? Como se educa um menino dizendo que o mundo não possui um Criador e que nós somos simples obra do acaso?

Tais perguntas são necessárias, afinal  o ser humano foi criado para crer. Somos naturalmente crédulos, e por várias razões como explica James Sire. Temos razões sociológicas (pais, amigos, sociedade); razões psicológicas (conforto, tranquilidade, significado, esperança); razões religiosas (pastor, líder, igrejas, escrituras); razões filosóficas (uniformidade, coerência, inteireza), etc. É bem verdade que todas essas razões podem ser totalmente desmoronadas de acordo com o ensino que se recebe. Essas razões podem ruir na medida em que argumentos verídicos ou inverídicos são apresentados à pessoa. Mas, como fazer com que um alguém não acredite na existência de Deus ante a razão espiritual? Como se retira de dentro de uma pessoa a certeza de que somos obra de um Criador? Como explicar para a nossa alma que somos fruto do acaso quando ela mesma tem sede do Criador (Sl. 42.2). Como ensinar a alguém que a vida dela não tem sentido ou propósito quando em verdade ela anela pelo Redentor? Nesse caso, simples argumentos educacionais não possuem eficácia.

Assim, ser educado para o ateísmo não é tão somente ilógico mas também anti-natural. A percepção que temos da espiritualidade, fé e da existência de um Deus não é algo criado pela nossa mente, resultado da vida em sociedade ou que isso tenha sido inculcado em nós pelo nossos pais, pelo contrário, são as marcas do Criador na vida de todo ser humano, que foi criado segundo a sua imagem e conforme a sua semelhança (Gn. 1.26).

Carl Sagan, um dos ateus mais conhecidos da história, disse certa vez que “não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar”. Não se sabe ao certo sobre quais tipos de evidências e crenças a que Sagan se refere, mas, num pensamento inverso, podemos dizer o mesmo acerca dos ateus: “Não é possível convencer um descrente de coisa alguma, pois suas descrenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de não acreditar”. Essa necessidade, é claro, não é natural, mas sim criada pelo próprio homem que tenta tirar Deus do cenário e agir conforme seu próprio pensamento. Por esse motivo é que a Bíblia registra: “Diz o tolo no seu coração: não há Deus” (Sl. 53.1).

 

Anúncios

20 comentários em “ESCOLA DE ATEUS

  1. Paz do Senhor meu irmão,

    Realmente o ateísmo tem se mostrado ofensivo, muitos tem se mostrado contrários à idéia da existência de um Criador, é mais cômodo viver sem ter que prestar contas a alguém e isso atrai o homem, pois este deseja satisfazer seus anseios carnais e, não havendo oposição, se deleitará em tudo quanto desejar.
    Penso que os ateus se apóiam no medo, no medo de terem que pensar que prestarão contas a alguém um dia e, não gostando da idéia postularam: Deus não existe. Mas temos fortes, inconfundíveis e necessárias evidências de que o Deus bíblico está conosco, é real e superior a qualquer outro deus, ainda que seja o “deus ateísta.”
    A nós cristãos gostaria de lembrar o que diz a Palavra de Deus: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;
    Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;” (II Coríntios 10 : 4,5)

    Em Cristo,

    João Paulo
    http://www.joaopaulo-mendes.blogspot.com

  2. “a expressão “com a ajuda de Deus”. É isso aí. Isso é simplesmente uma expressão. Que diferença faz ter ou ter uma expressão no discurso? Ou usar uma bilbia antiga como amuleto? Quem mais usou a frase “com a ajuda de Deus” foi Constantino e ele simplesmente acabou com os cristãos e com a eklesia original. Prefiro os ateus convictos do que os ateus praticantes. A estes, Jesus chamava de Fariseus.

  3. Os ateus têm todo direito de defender suas idéias e de educar
    Seus filhos da maneira que acharem melhor. Os cristãos ensinam seus filhos desde cedo a acreditar em deus e ninguém se importa com isso. Por que os ateus não pode ter o mesmo direito? Somos todos obrigados a aceitar a fé cristã? Pensamentos como esses geram guerras e fazem com que milhares de pessoas morram. O cristianismo não passa de uma histeria coletiva. A verdade absoluta não esta na fé e sim na ciencia.

  4. Nosso amigo Valmir Nascimento mais uma vez se equivoca. Os ateus querem sim acreditar, talvez ate mais que os que acreditam. Apenas nao acreditam em qualquer coisa. De novo: ficar repetindo a mesma coisa nao a torna verdade.

  5. O argumento de que “não é possível convencer um descrente de coisa alguma, pois suas descrenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de não acreditar”, não é coerente. O ateu busca a verdade, todavia a busca é baseada em fatos que podem ser comprovados, em evidências lógicas, em situações compreensíveis à luz da razão. Um ateu convicto não se deixa influenciar por tradições, mesmo as milenares, nem por suposições ou analogias. É preferível negar a existência de algo sem comprovação do que aceitá-la apenas para satisfazer a “necessidade de conforto e tranquilidade”. Uma pergunta fica no ar: se existesse um criador, quem o teria criado, ele mesmo???

  6. O que quero e posso dizer, sem o risco de ser ignorado por ateus e não ateus, é que não se pode – do lado dos que acreditam na existência de Deus, tentar convencer alguém com argumentos relacionados à existência de Deus. O que Jesus Cristo nos deixou de ensinamento com relação à exposição de argumentos relacionados às coisas do seu reino e de Deus, é que, quando fosse embora daqui, enviaria o “Consolador” – o Espírito Santo, com a divina atribuição de convencer as pessoas acerca da justiça, do juízo e do pecado.
    Jesus exemplificou bem o trabalho dos seus seguidores com a parábola do semeador, que retrata a ação destes com relação à semente e ao local da semeadura. Vejam que nesta exposição de Jesus, algumas sementes caíram em meio às pedras, outras em meio aos espinheiros e outras ainda em terra fértil. Fica claro aí que o semeador não tem domínio sobre o que semeia, ou seja, ele não pode decidir qual semente irá germinar, logo, fica claro também, que não se pode convencer alguém a respeito de Deus, sua existência e sua relação com o ser humano. O que se pode fazer é: que tendo alguém uma oportunidade de falar sobre Deus, o faça sem se ver obrigado a convencer o ouvinte, uma vez que, por melhor que sejam seus argumentos, o mais longe que poderá chegar é até aos ouvidos do ouvinte.
    Para acreditar em Deus é necessário ter fé; fé foge a lógica humana, e fé é um dom de Deus, logo, como alguém crerá em Deus, se Deus não lhe der a fé? E mais! Como podemos querer que alguém creia em Deus, se o próprio Deus não lhe der fé? Acreditar em Deus é algo que faz parte da relação entre uma pessoa e Deus tão somente; não depende de uma terceira pessoa diretamente. Observem que seguindo esta linha de pensamento, discutir este assunto – a existência de Deus, se torna irrelevante, e, que, qualquer texto com este conteúdo de argumentação, passa a ser meramente filosófico.
    Boa noite a todos!

  7. Richard Dawkins esteve distribuindo nas escolas, revistas e DVD’s com conteúdo ateísta, visando “libertar os alunos da religião” (dizem que são contra o proselitismo missionário cristão, enquanto eles mesmos fazem o deles!). E em entrevista cedida à BBC, ele afirmou que o objetivo é “fazer as pessoas se posicionarem contra a religião” (é a Cruzada atéia?).
    Dawkins ainda disse em ‘The God Desilusion’ que, “ensinar religião às crianças é um abuso”. Agora nos deparamos com esse contra-censo ateísta: para os ateus, ensinar religião às crianças é considerado um “abuso”; enquanto isso, ateus nos EUA criam escola dominical para crianças, onde se é ensinado sobre o ateísmo a elas desde cedo – essa é a catequização ateísta.
    Ateísmo: uma nova religião que está emergindo… não parece mesmo?! rs

  8. Acredito que haja exagero do outro lado, mas depois que uma criança é ensinada só mesmo desensinando. Demorei anos a me livrar dessa pecha. Religião não é inata como vocês gostam de falar. É por isso que chama doutrina, pq se não ensinar ninguém descobre.

    Hoje, já liberto, assumi as rédeas da minha vida e sou muito mais feliz. Se vocês preferem não assumir a responsabilidade sobre suas próprias preferindo delegar e culpar os céus pelos seus problemas. Vão com Deus! Eu vou sozinho. E bem!

    Abs,
    O Ateu

  9. Nós, que não acreditamos em nada, construímos os sentido de nossas vidas com base em nossas experiências e da ética humana. Criador? “Criadores” somos nós mesmos. Não reconhecer isso é de uma ignorância triste e sem qualquer lógica. Um subterfúgio dos fracos.

  10. Não me parece que você leu os livros de Richard Dawkins, meu caro. Duvido que tenha ao menos refletido sobre as argumentações de Dawkins, qualquer crente (digo, indivíduo que crê) deveria saber o significado de “fé” já que tanto a proclama, deveria saber que fé é acreditar sem a necessidade de evidências.

    Sou contra escolas cristãs e contra escolas atéias. Sou a favor da liberdade de escolha. Ensinar à crianças que Deus existe e que devemos desconsideram Darwin é ensiná-las a aceitaram toda e qualquer afirmação. Crianças devem aprender a questionar Deus e Darwin, afim de verificarem os argumentos e serem capaz de escolher o caminho mais bem fundamentado.

    Crianças nunca deveriam ser educadas religiosamente. Termos como “criança cristã” não deviam ser usados. Onde uma criança tem discernimento pra saber se ela quer realmente seguir a religião de seus pais?

    Não tenho preconceito contra outras religiões, apenas exibo o meu ponto de vista (que não é só meu). Não sou contra Deus, afinal não posso ser contra algo que acredito não existir, mas acredito que a idéia de Deus torna muitos teístas ignorantes, rejeitando ciência e conhecimento.

    O que mais me chamou a atenção no post foi a profunda falta de conhecimento àcerca do ateísmo e a postura ofensiva. Não pude deixar de comentar.

  11. Alguém sabiamente disse: “A ciência não explica tudo, a religião não explica nada”.
    Não que eu viva buscando explicação pra tudo, mas quando preciso de alguma, com certeza, quem mais pode me dar a resposta é a ciência.
    “Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu”.
    Ou seja, eu não acredito em Deus, o pai de Jesus, pelo mesmo motivo que vocês não acreditam em Alá, Zeus, Júpiter, Brahma, etc.
    65% dos japoneses, 48% dos russos e aproximadamente 85% dos europeus descrevem-se como ateus, agnósticos, ou não-crentes.
    Portanto, antes de abrir sua bíblia e escrever esse monte de baboseira, devia estudar um pouco mais o Direito, essa Ciência (sim! Ciência) maravilhosa. É triste ver alguém diplomado em Direito (portanto não é [ou não deveria ser] um ignorante) ignorar o direito dos outros. O que o Dawkins propõe é simplesmente que o Ateus não tenham medo de expressar sua convicção religiosa. Assim como os homossexuais fizeram. O que todos nós ateus pedimos é só um pouco mais de respeito (não pedimos seu dinheiro => ).
    “Liberdade religiosa também significa liberdade da não religião.”

  12. Ninguem pode dizer que não existe uma coisa que ninguem sabe o que é. O que significa este substantivo: deus? Será sempre obra da imaginação, porque as pessoas imaginam o que é pra eles este substantivo; e também precisam de outros substantivos e adjetivos para dar sentido a uma palavra que na verdade não tem sentido algum. Agora, em relação ao cristianismo propriamente, a conversa é outra. Os livros que são a base desta religião estão sob forte suspeita de serem escritos exclusivamente para falar mal da seita dos fariseus, rebeldes que não se entregavam ao dominio romano, do judaismo e do movimento chrestus. Uma sátira do movimento. Na verdade parece ser uma aliteração. Pode-se até mesmo suspeitar do seu verdadeiro autor. Um sujeito da época, com talento e feroz inimigo dos judeus. Nesse caso, está tudo maculado.

  13. “tentativa de destruir qualquer tipo de crença em Deus”? Mas é claro, be my guest!
    Os crentes invariavelmente atacam a ética e a moral daqueles que discordam e você acha isso bonito? Muito bem.
    Ok, gente como você discrimina homossexuais, dizendo que são aberrações, como há não muito tempo colocava os negros abaixo da raça humana.
    Agora é a vez dos ateus sairem do armário. Vamos lá, moçada!!

  14. Vejo que as pessoas que se dizem ser atéias é uma casta de gente com um bom conhecimento, uma boa compreenção das coisas do mundo físico – com raros exemplos de alguns que não conseguem fazer ligações com seus próprio pensamentos; até aí, tudo bem! Têm muitas pessoas por aí, de outros grupos sociais, que também se manifestam assim.
    O que sei também é que o ser humano, na sua maioria, tem medo do desconhecido; não aceitam se subtrair de algumas atitudes, em troca de obediência – por isso o liberalismo chama tanto a atenção! Agora, se o que o cristianismo prega a respeito de Deus, a fé n’Ele e nas Suas promessas está certo e você também vier a crer, e tudo o que está previsto na Bíblia sobre os acontecimentos futuros acontecerem, você não terá perdido nada, outrossim, ganhado. Por outro lado, se você não crer e tudo o que está previsto, acontecer de fato, você terá perdido muito.
    Tudo o que está na Bíblia acerca de nós, nosso relacionamento com o nosso semelhante e também com o nosso criador, não é nenhum absurdo; são coisas naturais do ser humano! É como um equipamento e seu manual de instrução. No manual de instruções não há nada de sobrenatural, porque trata das funções daquele equipamento, especificamente, e não de outro. Entendam, por favor, que eu não estou dizendo que a Bíblia é um manual de funcionamento do ser humano! Só fiz essa comparação para afirmar que nela não tem nenhum absurso relacionado ao comportamento humano.
    Veja “você” e a “natureza” a sua volta; veja a harmonia do funcionamento de tudo. Não é isso projeto e manufatura de um ser magnífico? Não é obra do acaso, não! Tem muito amor e cuidado para ser obra do acaso.
    Não podemos deixar tudo por conta da ciência. O ser humano, com sua capacidade para pesquisar e transformar é tremendo, mas muito antes que ele com o seu conhecimento científico consiga atingir o máximo do que há para ser conquistado, já terá destruído tudo o que existe.
    Veja que o avanço tecno-científico trás consigo muitos problemas e que para serem resolvidos são gerados outros problemas mais e assim caminha a ciência. Então, sendo assim, não podemos esperar muito nem de nós e nem tão pouco da ciência; precisamos de outra fonte para termos esperança, e, assim, a fé em Deus – como criador e mantenedor, me parece bem melhor.
    Somos um mix de razão e emoção; se nos deixarmos levar pelas emoções, não resultará em coisa boa, assim como o outro extremo também. Um ser equilibrado procura o bom uso de todas as suas faculdades!

  15. A ciência cura, salva, evolui, e está presenta em todo o planeta, onde houver dúvida, essa duvida será dividida com todo planeta, onde houver uma solução ela será divida em todo o planeta, a mesma fisica que é aplicada no brasil, é aplicada no iraque, nos eua, na europa na africa, a ciencia é a forma racional de se ver o mundo e de intender esse mundo, quando o primeiro homideo construiu sua primeira ferramenta para auxiliar na caça, ali estava a primeira experiência cientifica, e a primeira evidência que o homem poderia usar outras faculdades alem de seu instinto de sobrevivência, quando o homem se deu conta que existia, isso não aconteceu da noite para o dia, foram milhares de anos até esse pensamento se formar, ele sentiu falta de seu companheiro de caça que havia sido morto por algum predador, essa falta teria de ser preenchida por algo, e foi, pela saudade, pelo saber onde esse meu parceiro de caça foi, surgiu a primeira forma de espiritualidade, enquanto o cerebro humano evoluia se aperfeiçoava, muitos morreram, muitos foram dados suas faltas, alguem do grupo resolveu fazer uma homenagem ou “um interro”, ai surgiu o primeiro ritual espiritual, algo que o homem primitivo via como transendente algo fora do natural de sua natureza, algum do grupo alega que talves fosse o sol que toda a noite se ponha no horizonte que levasse o saudoso companheiro, pronto está criado o primeiro deus humano, e o ciclo se fechou, com o passar dos tempos esses rituais se tornaram maiores e mais complexos, o envolvimento dos demais do grupo era maior, e alguem mais experto se sentiu mais preparado para passar esse tipo de ritual, pronto estava criado o primeiro pastor que por escolha seria o representando do novo deus sol, como ele representava tal divindade quem o contrariasse deveria ser punido com algo horrendo, pronto surgiu o primeiro ritual de sacramento e a punição por quem não aceitasse tal definição. Isso pode ter acontecido em qualquer lugar da africa onde os primeiro homo sapiens surgiram, esse tipo de comportamento foi repassado de geração a geração, a todas as gerações, e de acordo com acertos e o conhecimento foi se aperfeiçoando iria-se adopantando tais rituais e regras para cada instituição, chegaram em um ponto que aquilo que foi iniciado com homens primitivos e ignorantes foi traduzido como algo imutável e verdadeiro, mas a mente humana continuou a evoluir, não podemos esquecer que a religião ajudou a moldar a sociedade que temos hoje, mas felismente não precisamos mais delas, temos nossa consciência, temos nossa etica, nossa Humanidade, há volta ao que eu falei no inicio, a ciencia evolui e se adpapa aos novos conhecimentos e é igual em todo o planeta, já não podemos falar das religiões, pois em cada canto onde temos religião cada um faz a sua de acordo com suas culturas e nivel intelectual, em paises mais evoluidos na educação vemos cada ves menos religião, e em paises como o brasil que é subdesenvolvido em matéria de educação, a religião é forte, mas aos poucos a mente humana ira moldar o novo brasil um brasil de pessoas inteligentes e evoluidas, por enquanto teremos que levar nas constas esse monte de supersticiosos que vivem para morrer em alguma fantasia celestial, pena estão perdendo tempo de fazerem enquanto vivos, de estudarem e fazerem as suas inteligências.

  16. “Uma série de acontecimentos no mundo moderno evidenciam que os ateus da atualidade estão em polvorosa e com as garras afiadas na tentativa de destruir qualquer tipo de crença em Deus, fé e expressão religiosa.”

    Como? Você está brincando, certo? Depois do Museu Criacionista, a campanha de abstinência nos E.U.A. e a inclusão do mito da criação como ciência, você diz que os ATEUS estão tentanto destruir todas as fés? Hah! Primeiro, o ateu tem sabedoria o suficiente para não ficar importunando aqueles que realmente merecem ser encaixotados. Segundo, tudo o que você falou, não foi você quem falou. Foi sua religião. Você é uma ovelha programada para repetir tudo aquilo que seu padre diz. Meus parabéns, seu deus é um homofóbico intolerante.

    Mais uma coisa: Qualquer tipo de intolerância, preconceito ou difamação é CRIME PREVISTO POR LEI.

    Tenham um bom dia.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s