ABORTO E DEPRESSÃO


Aborto


Deu na Revista da Semana:

Praticar aborto não provoca depressão

Nenhum grande estudo pode afirmar categoricamente que abortar provoca depressão nas mulheres, disseram pesquisadores americanos nesta quinta-feira. A conclusão é de uma equipe da Universidade Johns Hopkings, em Baltimore, que ressaltou a importância de não se usar o distúrbio mental como argumento para pautar a agenda política sobre o aborto.

Para a pesquisa, publicada na revista Contraception, foram revisados 21 diferentes estudos, envolvendo um total de mais de 150.000 mulheres. Os cientistas examinaram documentos publicados entre 1989 e 2008, todos em inglês e previamente analisados por especialistas. “Os melhores estudos não apontam nenhuma diferença significativa entre a saúde mental a longo prazo das mulheres nos Estados Unidos que optaram por encerrar a gravidez e aquelas que não o fizeram”, escreveram os autores da pesquisa.

Sendo assim, a equipe deu destaque ao peso político do tema. “Com base nas melhores evidências disponíveis, o mal emocional não deve ser um fator nas políticas sobre aborto”, disse Vignetta Charles, que trabalhou no levantamento. “Se o objetivo é ajudar as mulheres, os programas e as decisões políticas não devem distorcer a ciência para avançar agendas políticas”, acrescentou, segundo reportagem da agência de notícias Reuters. Cada ano, estima-se que sejam executados 25 milhões de abortos legais no mundo.

Comento:

Esse é aquele tipo de “pesquisa” que para nada serve. O suposto estudo tenta dizer, em outras palavras, que o fato de a mulher abortar uma criança não gera nela problema psicológico algum. Argumenta, portanto, que não se pode “usar o distúrbio mental como argumento para pautar a agenda política sobre o aborto.” Ora, a idéia pela qual se baseia a não aprovação do aborto não tem e nunca teve como parâmetro a própria mãe ou os problemas psicológicos decorrentes do aborto. O princípio ético gira em torno da vida da criança. Ela sim deve ser defendida.

O estudo diz ainda que “Se o objetivo é ajudar as mulheres, os programas e as decisões políticas não devem distorcer a ciência para avançar agendas políticas”. Essa declaração é de uma leviandade terrível. Os abortistas são os primeiros a inverterem os principios da ciência para os fins que eles almejam. Essa “pesquisa” é uma prova disso.

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7 comentários em “ABORTO E DEPRESSÃO

  1. Paz, Valmir!

    Mesmo eu que não sou da área do direito percebo nesta questão do aborto, sobretudo como foi abordada neste texto que você contestou, uma peculiaridade jurídica: os argumentos em prol da legalização deste crime está baseado sempre no suposto bem estar da mãe (a cúmplice e/ou mandante do crime) e nunca da criança, que é a grande e verdadeira vítima desta atrocidade. A criança neste caso é como um vírus ou uma bactéria, um mero corpo estranho dentro do organismo da mãe doente. Diante deste insano movimento pró-aborto, resta-nos lamentar:” As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos” (Lamentações 3.22)

    Rubens

  2. Olá Rubens,

    Sendo da área do direito, percebo que nos últimos tempos a doutrina jurídica tem enveredado-se pelo caminho da plena liberdade do ser humano para fazer tudo quanto queira com o próprio corpo e com a sua vida. Presenciamos, portanto, uma idéia liberal na ciência jurídica. E isso é terrível. As consequencias são drásticas como o aborto, o homossexualismo, o uso de drogas, etc.

    No caso em foco, o que deve ser colocado em jogo não é o que irá ou não acontecer com a mãe. Se ela terá ou não depressão, isso pouco importa. O que deve ser resguardado é a vida da criança. A vida esta acima de qualquer coisa. Mas parece que os abortistas não querem aceitar isso de forma alguma. Infelizmente.

    Abraço

    Valmir

  3. Lékio,

    Realmente, a foto é muito cruel.

    Assim como o próprio aborto, onde a criança é descartada como um simples brinquedo, que teve início com o sexo irresponsável, e por razões diversas a mãe resolveu que não quer “brincar de ser mãe”, daí, coitada da criança.

  4. Gostaria de tecer um comentário sobre aborto: Estive em outubro deste ano em Lisboa, Portugal à convite da Igreja para pregar nas festividades. Só que nas minhas horas vagas eu visitava, orava, evangelizava e etc; quando me falaram de uma irmã que tinha dificuldade (grande) de crer que o batismo com o Espírito Santo e os milagres de Jesus eram atuais (devido anos em uma Igreja que ensinava assim). Orando por ela, aconteceu três fatos interessantes: 1- Ela veio me dizer de uma jovem (sobrinha do esposo) que com apenas 22 anos estava grávida de 6 meses e os médicos constataram uma deformação terrível e perigosa na nuca do bebê e teria que abortar. Alguém falou para a jovem mãe que outra havia enfrentado esta mesma situação, não aceitou a idéia do aborto e que a menina já moça, vivia culpando a mãe por não tê-la abortado. Estavam deseperadas quando (sem ela saber que eu já orava para Deus revelar seu poder atual a ela) esta tia teve um sonho onde ela fazia o parto da jovem, só que em lugar do bebê saía sangue por entre seus dedos.
    Louvei ao Senhor quando ela me contou do sonho e da situação. Disse a ela sobre a grande responsabilidade de cristã estava nas mãos dela que conhecia um Deus de milagres. Ela chorou e orei por ela para Deus fortalecer e encoraja-la. Ela foi levar sua palavra de fé para a jovem mãe e acompanhei em oração (eu não quis ir, queria que ela tivesse experiência com Deus) durante a visita.
    Fomos ao culto e através da mensagem Deus consolou o coração dela, eu sabia que Deus estava usando o pregador para falar com ela quando ele havia chegado naquele dia e não sabia do ocorrido. Após o culto ela me ligou dizendo que depois da visita onde ela falou do poder de Deus para a sobrinha e aconselhou-a confiar no poder so Senhor, a mamãe foi para uma consulta e ouviu maravilhada os médicos dizerem que “não sabia o que estava acontecendo, mas que inexplicavelmente a anomalia do bebê estava regredindo sozinha, e pelo que viam ou o mal ia se erradicar naturalmente ou daria para tratar do bebê já nascido”. Ficaram de boca aberta; e eu garanti que “Aquele que havia iniciado esta obra poderia concluí-la”, continuassem crendo.
    2 – Esta mesma tia, nunca havia engravidado.Ela me pediu oração (agora já cria) em seu favor e só respondi que fosse fazer exames. Cheguei no Brasil no dia 21 de outubro e no outro dia ela me telefonou contando da gestação recém descoberta.
    Obs: Em Portugal o aborto é legal.
    3 -A referida irmã sentiu pela primeira vez o toque do Espírito Santo. Ela estava para ser tirada do trabalho com crianças porque ela dizia não crer e que não ensinaria não só por não crer como achar desnecessário levar as crianças a crerem.

  5. Olá Editor. Acho o aborto uma questão muito delicada e que realmente, como você diz, é uma questão focada na vida que se inicia, a vida do bebê.

    Mas por outro lado julgo sua posição diante das mães, uma posição de quem não demonstra nenhum amor ao próximo:

    “SE ELA TERÁ OU NÃO DEPRESSÃO, ISSO POUCO IMPORTA”

    O que é isso Editor?! Como você pode falar uma coisa dessas?! Você demonstra que está se lixando para o sofrimento de muitas pessoas que estão extremamente fragilizadas (fazer um aborto mexe muito com toda a estrutura psicológica de uma pessoa, você não faz idéia é porque pouco se importa com o sofrimento humano!) Eu esperava outra postura de alguém que se diz religioso e cristão.

    Apesar de tudo quero acreditar que foi só um deslize (grave, muito grave) momentâneo da sua parte. Espero que você esteja francamente arrependido de ter dito um absurdo desses.

    Espero que todos os outros comentadores também te perdoem por ter dito um absurdo desses.

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