OS BULDOGUES DE DARWIN – Parte 1


Foto de Charles Darwin

Valmir Nascimento Milomem Santos

Nos últimos dias o debate entre criacionistas e evolucionistas voltou à mídia internacional. Após declarações do reverendo anglicano Michael Reiss, de que a teoria da evolução, proposta por Charles Darwin, deveria ceder ao criacionismo parte de seu espaço no currículo escolar básico, uma série de conseqüências nada agradáveis desencadeou-se. O primeiro atingido foi o próprio Reiss, demitido sumariamente do cargo de diretor de educação da Royal Society, a mais badalada sociedade científica da Inglaterra. De contínuo, duas instituições religiosas tradicionais saíram em defesa do naturalista inglês. A Igreja Anglicana, onde Darwin fora batizado, pediu perdão pela posição contrária de alguns de seus clérigos. Já a Igreja Católica, por meio do presidente do Conselho para a Cultura do Vaticano, Gianfranco Ravasi, reafirmou que não “há contradições entre o evolucionismo e as idéias católicas”.

A defesa do darwinismo pelas Igrejas Católica e Anglicana faz-me voltar no tempo e recordar os embates entre Sam “Escorregadio” contra o “Buldogue” de Darwin, naquele que ficou conhecido como o julgamento do macaco, um dos grandes épicos dos anais do debate científico. Quem são esses dois personagens? Explico na segunda parte deste ensaio, antes falarei sucintamente sobre o próprio Darwin.

O DESVIO DE DARWIN

É tão estranho e inconcebível a tentativa de conciliação entre a teoria da evolução com a Bíblia, que nem mesmo Darwin (1809-1882) vislumbrava essa possibilidade. Em 1887, cinco anos após a sua morte, Francis Darwin publicou a autobiografia de seu pai, escrita em 1876. A primeira edição apareceu mutilada, tanto quanto as que se seguiram. A família considerou – impublicáveis – as conclusões a que Darwin chegara, na maturidade, sobre as religiões em geral e, especialmente, o cristianismo.

Do que sobrou de sua Autobiografia (Contraponto, 2000), restam demonstrações do lento e progressivo abandono dos dogmas cristãos por Darwin. Ele, inclusive, a pedido de seu pai, havia estudado algum tempo em Cambridge para ser pastor; idéia essa que inicialmente o agradara. Nessa época, anota ele, “não tinha nenhuma dúvida sobre a verdade rigorosa e literal de cada palavra da Bíblia, logo me convenci de que nossa religião devia ser plenamente aceita. Nunca me ocorrera o quanto ilógico eu dizia que acreditava compreender e que, na verdade é ininteligível”. Entretanto, a exemplo da faculdade de medicina, a qual não conseguiu concluir, Darwin abandonou também os estudos teológicos. Chegou ele a dizer que a intenção de ser pastor não fora abandonada formalmente, ela simplesmente teve morte natural assim que embarcou no veleiro Beagle, do capitão Robert Fitz-Roy (1805-1865), à contragosto do pai, rumo à viagem que culminou na pesquisa que deu origem à sua tese.

Clique Aqui para Ver a Imagem AmpliadaÀ bordo do veleiro, em meio aos seus registros biográficos, é perceptível como a mente de Darwin é lançada de um lado a outro, quando o assunto é a existência de Deus e a imortalidade da alma. Num momento, ao perceber o forte argumento de que a razão humana indica a existência de um Criador, e ante a dificuldade/impossibilidade de conceber que o Universo, e, inclusive, o homem, é resultado do acaso cego e da necessidade, ele se considera teísta. Assim lemos os seus registros: “Ao refletir dessa maneira, sinto-me obrigado a buscar uma causa primária, dotada de uma mente inteligente e até certo ponto análoga à do homem, e mereço ser chamado de teísta”. (p. 80). Noutro instante, no parágrafo seguinte, o confuso naturalista já se considera como agnóstico. Ele escreve: “Não tenho a pretensão de lançar luz sobre esses problemas obscuros. O mistério do início de todas as coisas nos é insolúvel. Devo contentar-me em permanecer agnóstico (p. 81).

Darwin titubeia em seus pensamentos, cuja capacidade intelectual acreditava ele “ser superior ao homem comum”. Mas, por fim, o inventor da teoria da seleção natural sucumbe ao ceticismo, passando a descrever como se deu o seu afastamento das doutrinas bíblicas, cada vez mais tomado pela descrença, até o abandono pleno de suas convicções religiosas. Ele escreve:

“Durante esses dois anos, fui levado a refletir muito sobre religião. Eu era ortodoxo na época e estive a bordo do Beagle. Lembro-me de provocar gargalhadas nos oficiais (embora eles mesmos fossem ortodoxos) por citar a Bíblia como uma autoridade incontestável numa ou noutra questão de moral. Suponho que a novidade da argumentação os divertia. Nesse período, entretanto, eu percebera pouco a pouco que o Velho Testamento, com sua história flagrantemente falsa do mundo – a Torre de Babel, o sinal do arco íris., etc. – e por atribuir a Deus os sentimentos de um tirano vingativo, não merecia mais confiança do que os livros sagrados dos hindus ou as crenças de qualquer bárbaro. Passei a conviver com a pergunta: se Deus fizesse agora uma revelação aos hindus, será que Ele a vincularia à crença em Vishnu, Silva., etc assim como o cristianismo é ligado ao Velho Testamento? Isso me pareceu inacreditável.

Refletindo, além disso, que seria necessária a mais clara comprovação para fazer qualquer homem sensato acreditar nos milagres em que se sustenta o cristianismo; que, quanto mais milagres se sustenta o cristianismo, mais inacreditáveis se tornam os milagres; que os homens daquela época eram ignorantes e crédulos num grau que quase não podemos compreender hoje; que é impossível provar que os Evangelhos tenham sido escritos na própria época dos acontecimentos; [e] que eles diferem em muitos detalhes – importantes demais, segundo me parecia – para serem aceitos como a imprecisão habitual das testemunhas oculares, através das reflexões como estas, que apresento não por terem o menor ineditismo ou valor, mas tal como me influenciaram, passei gradativamente a descrer do cristianismo como revelação divina. O fato de muitas religiões falsas haverem-se espalhado como um rastilho de pólvora por grandes áreas da Terra teve um certo peso para mim. Por mais bela que seja a moral do Novo Testamento, dificilmente se pode negar que sua perfeição depende, em parte, da interpretação que damos hoje às metáforas e alegorias.

Mas eu não estava disposto a desistir de minha crença com facilidade; lembro-me bem das inúmeras vezes em que inventei devaneios com a descoberta de antigas cartas entre romanos ilustres de antigos manuscritos em Pompéia, ou em algum outro lugar, que confirmassem de maneira admirável o que estava escrito nos Evangelhos. Mas eu tinha uma dificuldade cada vez maior, soltando as rédeas da minha imaginação, de inventar provas suficientes para me convencer. Assim, fui tomado lentamente pela descrença, que acabou sendo completa. A lentidão foi tamanha que não senti nenhum aflição, e desde então nunca duvidei de que minha conclusão foi correta. Aliás, mal consigo entender como alguém deseja que o cristianismo seja verdadeiro. Se assim fosse, a linguagem clara do texto parece mostrar que homens que não tem fé serão eternamente castigados. Isso incluiria, por exemplo, meu pai, meu irmão e quase todos os meus melhores amigos”.

Essa é uma doutrina execrável.” (Autobiografia, p. 78-80)

À toda evidência, os verdadeiros sentimentos de Darwin sobre a origem das espécies não são claros, especialmente sobre a figura de um Criador. Em Grandes Debates da Ciência (Unesp, 1999), Hal Helmman escreve que “na primeira edição da Origem, por exemplo não há nenhuma menção a um “Criador”. Nas linhas finais, ele se referia a essa “concepção da vida, com seus diversos poderes, tendo sido inicialmente infundida em algumas poucas formas, ou em uma única.”. Na segunda edição, que apareceu logo depois da primeira, ele havia modificado essa linha para “tendo sido inicialmente infundida pelo Criador em algumas poucas formas, ou em uma única” (ênfase acrescentada). Não se sabe ao certo se a omissão na primeira edição foi um erro – pouco provável, já que Darwin era meticuloso – ou se o acréscimo à segunda edição foi uma tentativa de sua parte de amenizar o desconforto que ele estava causando a muitos de seus colegas e amigos, bem como à sua mulher. (p. 121)

O “CRIADOR” DE DARWIN

Apesar dessa lacuna, nota-se que a inserção de um Criador em suas Origens é usado mais por uma questão de conveniência do que por credibilidade. Tanto conveniência social, para aplacar a fúria da Igreja, amigos e familiares, quanto a conveniência teórica, pois a tese central de Darwin – a seleção natural das espécies – não subsistia à lógica de causa e efeito, o que necessitava, portanto, de uma causa primária que desse inicio a todas as coisas. Apesar disso, Darwin não mais acreditava em um Deus pessoal, soberano e que mantinha contato real com o homem; e, muito menos que a Bíblia era a revelação desse Deus. Ele dá mais provas disso quando escreve:

“Um homem que não tenha uma crença segura e permanente na existência de um Deus pessoal, ou de uma vida futura com castigos e recompensas, só pode ter como norma de vida, tanto quanto posso perceber, seguir os impulsos e instintos que sejam mais fortes. Ou que lhe pareçam os melhores. É assim que age o cão, mas ele o faz às cegas. O homem, por outro lado, olha para a frente e para trás e compara seus vários sentimentos, desejos e lembranças. Constata então, de acordo com o veredicto dos mais sábios, que a satisfação mais elevada decorre de se seguirem certos impulsos, os instintos sociais. Se ele agir pelo bem dos outros, receberá a aprovação de seus semelhantes e conquistará o amor daqueles com quem convive; esta última conquista é, sem dúvida, o prazer mais elevado da Terra. (Autobiografia, p. 81)

Note-se que Darwin coloca o ser humano no mesmo nível que o animal irracional, o qual é dirigido não pela consciência moral dada por Deus, mas pelos seus impulsos. Idéias como essa permanecem até hoje, tanto que já analisei esse assunto aqui no blog. Em 1859, na primeira edição de A origem das espécies pela seleção natural, Darwin não chegou a afirmar que o homem fizesse parte de sua tese, entretanto, doze anos após, em 1871, enfaticamente ele propõe e advoga a natureza animal dos humanos, em oposição à idéia judaico-cristã de um homem criado à imagem e semelhança de Deus.

Darwin não somente abandonou por completo a sua crença no Deus da Bíblia, mais do que isso, ele não via a possibilidade do encadeamento entre suas idéias e o relato da criação, afinal, eram (e são) pensamentos completamente conflitantes. Por isso, vale dizer que a alegação de que Darwin teria, no final da sua vida, se arrependido de sua teoria sobre a origem do homem e, com isso, voltado à Cristo, não passa de conto fantasioso, pois ele nunca se arrependeu do seu ponto de vista sobre Deus e o homem. Isso fica bem claro em sua Autobiografia, ao dizer as seguintes palavras: “Não sinto remorsos por qualquer grande pecado que tenha cometido, mas lamentei repetidas vezes não ter feito um bem mais direto a meus semelhantes” (p. 82).

Ocorre, que, realmente, Darwin se martirizava frente ao abandono da fé cristã, mas isso se dava em virtude principalmente ao observar o estado psicológico de sua esposa Emma. O escritor Hall Helmman relata que a reação de Darwin frente aos múltiplos ataques foi principalmente a ansiedade. Dois de seus biógrafos, Adrian Desmond e James More deram a sua biografia de 1991 o subtítulo de “A vida de um Evolucionista Atormentado”. O que mais o atormentava era a angústia de sua esposa, que tinha grande dificuldade em tentar conciliar sua profunda fé religiosa com o amor e o respeito por seu marido. Quanto mais ele era atacado, mas aflição sentia.

Continua…

Bibliografia

DARWIN, Charles; tradução Vera Ribeiro. Autobiografia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2000.

HELLMAN, Hal. Grandes Debates da Ciência – Dez das maiores contendas de todos os tempos; tradução de José Oscar Marques – São Paulo: Editora Unesp, 1999.

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9 comentários em “OS BULDOGUES DE DARWIN – Parte 1

  1. Foi Charles Darwin um apóstata? Não me refiro a um apóstata enquadrado no conceito do dicionário Aurélio, mas sim enquadrado em Hebreus 6.4-8. O que vocês acham? Gostaria de ouvir a opinião de vocês.

  2. Caro Valmir, parabéns pela iniciativa!

    Ao que me parece, até a segunda vinda de Jesus, teremos que discutir Darwin, pois foi ele que, em seu abandono da fé, conseguiu dar aos incrédulos uma teoria para o início e desenvolvimento dos seres, teoria essa que – apesar de cientificamente fajuta – relega a Deus, a Bíblia e o próprio homem à categoria de subprodutos do processo evolutivo, criados ao gosto da deusa “Seleção Natural”. Há algum tempo atrás li um livro por nome “O Animal Moral” em que Robert Wright fez inúmeras referências à Seleção Natural. Em mais da metade delas ele confere à SN atributos pessoais como vontade, sentimentos, decisões. Por mais que o autor deste livro e outros evolucionistas se esforcem, não conseguem explicar de maneira razoável como uma força impessoal guiada pelo acaso pôde levar o cosmos e os seres ao estado complexo e organizado em que se encontram hoje. O excesso de lacunas, elos perdidos, inconsistências internas e falseamentos tornam o evolucionismo uma religião má fundamentada cujo Deus é a Seleção Natural e o grande profeta é Darwin. O problema é que os sacerdotes dessa “religião” são os cientistas que, teoricamente, deveriam conduzir os seus trabalhos a partir de uma metodologia rigorosamente científica e afirmar como verdade apenas os fatos constatados a partir de uma verificação ou indução direta. É verdade que existe uma metodologia científica mais liberal, conforme proposta por Karl Popper, em que uma hipótese deve ser testada procurando não provas de que ela está certa, mas provas de que ela está errada. Se a hipótese não resistir ao teste, diz-se que ela foi falseada. Caso não, diz-se que foi corroborada. Mesmo sob esta metodologia, corroborar a teoria da evolução provavelmente faz com que cientistas como Galileu, Descartes e Isaac Newton revolvam-se em seus túmulos por esse afronte à razão. Analisar a mente atormentada de Darwin e sua conseqüente decadência da fé traz muita luz sob os perigos de se viver uma religião superficial, onde a razão, as forças e as emoções não se voltam completamente para Deus e sua revelação. Deus te ilumine em suas reflexões, estarei aguardando ansiosamente os próximos passos desse importante trabalho!

    Abçs,

    Rubens

  3. Fabiano,

    Existem dois tipos de apostasia: Apostasia moral, em que a pessoa passa a viver uma vida completamente dissoluta, e sem possibilidade de arrependimento; Apostasia teológica, em que a pessoa não acredita nas verdade bíblicas. Acredito que Darwin enquadre-se nessa última alternativa, apostasia teológica. Apesar de ter lido escritores que dizem que Darwin arrependeu-se no final de sua vida, p. ex. Abraão de Almeida, fala sobre isso no livro “Apologia da Fé Cristã”. Entretanto, como afirmei no texto, não acho que isso tenha ocorrido, pois não consta nenhuma vírgula na sua autobiografia; e, mais ainda, se isso tivesse ocorrido, a família teria publicado algo sobre o assunto; o que não fez.

    Em Cristo

  4. Rubens,

    Excelente a sua contribuição ao debate!

    Na continuidade do ensaio abordarei isso que você diz. Primeiro, que essa teoria caiu como uma luva na cosmovisão agnóstica de Thomas Huxley, que foi o grande defensor da idéia de Darwin. Segundo, que a teoria em si, é insubsistente, e não é capaz de superar os testes das leis da ciência.

    O darwinismo enquadra-se perfeitamente em um filosofia de vida, numa cosmovisão, ou, como você diz, numa religião naturalista, mas nunca no âmbito da ciência. E os teóricos, apesar de todas as evidências, continuam em busca do elo perdido, o qual nunca encontrarão.

    Sobre “O Animal Moral” de Robert Wright, acontence que tais pseudo-cientista há muito tentam justificar a moralidade do homem dentro da teoria do naturalista. Dizem que é puro instinto, mas, como escrevi recentemente, em resposta ao Hélio Schwartzman, o qual disse que somos “animais morais”, isso não passa de pressupostos furados, já que o C. S. Lewis em poucos parágrafos desbancou essa idéia. Veja aqui http://comoviveremos.com/2008/01/15/somos-animais-morais/.

    É importante dizer que não somos contrários à ciências, mas sim à falsa ciência. E é exatamente isso que o evolucionismo é: uma grande falsa ciência.

    Abraço

  5. Valmir,

    temos hoje uma vasta bibliografia – grande parte dela referenciada neste blog – já traduzida para o português que demonstra a importância da cosmovisão cristã para o surgimento da ciência moderna e que mostra a fé como estímulo à produção científica e não o contrário, como muitos afirmam. Sou engenheiro mecânico pela UnB e estou terminando o mestrado em Ciências e Engenharia de Petróleo na UNICAMP e devo retornar no final deste ano para a Universidade Petrobras em Salvador, onde sou professor de engenharia de poços. Rogo a Deus que o nosso povo cristão desperte-se para as ciências. Que os pais estimulem os filhos!! Que os jovens sintam a vocação para a ciência como parte do chamado universal de Deus para que os cristão transformem o mundo!! Há muitos jovens cristãos frequentando as faculdades (sobretudo direito, engenharia e medicina) por uma mera questão pragmática, querem apenas uma profissão para sustentar a família e conquistarem os sonhos de consumo. Como sinto falta de uma participação cristã mais efetiva nas demais ciências humanas como filosofia, história, sociologia, ciências políticas, geografia, psicologia, etc. Estes saberes estão sufocados por uma visão secular relativista e materialista. O ingresso e participação de cristãos firmados na fé nestas ciências significaria não só um tempero moral nesses meios mas sim uma grande possibilidade de ampliação de horizontes. Não foi à toa que escolhi este blog para poder tecer minhas opiniões!! Percebe-se claramente no seu trabalho um desejo de despertar as pessoas para a busca do conhecimento!! Levando-se em conta que o temor do Senhor é o princípio da ciência, creio firmemente, como você crê, que o nosso povo despertará do sono cultural (ou cativeiro cultural, como diz a Nancy Pearcey) e revolucionará a face deste mundo.

    Em Cristo,

    Rubens

  6. Rubens,

    Agradeço suas palavras!

    Considero importantíssimo que nós, cristãos, que passamos pelos bancos de uma faculdade, abordemos assuntos da cosmovisão cristã, demonstrando que o fé cristã deve estar presente em todos os âmbitos da sociedade: educação, legislação, filosofia, arte, saúde, políticas públicas, e, no caso, na ciência. Como você disse, a defesa da cosmovisão cristã torna-se ainda mais imperiosa aos notarmos a atmosfera em que estamos inseridos, pós-moderna, repleta de pragmatismo, que considera a funcionabilidade e a utilidade em detrimento da verdade; e que relegou a questão religosa ao âmbito privado da vida; tratando-a como um mero gosto, ou um compromisso de final de semana.

    Contra essa visão, alguns escritores e cristãos convictos têm se levantado e o resultado são excelentes obras que nos ajudam a fazer a apologia da fé cristã no meio de uma sociedade relativista, pluralista e, quase, pós-cristã e pós-moral. De forma que estamos recebendo um boa gama de instrumentos capazes de nos auxiliar a desenvolver esse tema, e, robustamente, comprovar que os cristãos possuem respostas contundentes para todas as indagações e problemas do homem e da sociedade.

    De fato, poucos ainda são aqueles que levantam essa bandeira, porém creio que pouco a pouco vamos promovendo uma mudança de paradigmas dentro dos nossos arraias evangélicos, tentanto, inclusive, formar jovens com essa mentalidade, de que Cristo salva, mas também transforma o homem e a sociedade.

    Assim, esse blog foi criado nesse sentido, com o intuito de ver o mundo com as lentes da Bíblia, e, para isso precisamos do apoio dos leitores. Como você!

    Grande abraço e fique conosco!

  7. Apesar de estarmos aqui nos referindo a uma falsa ciencia, o que realmente leva homens dotados de uma intelectualidade muitas das vezes fora do comum comparado a media do ser humano, ja que eles nao conseguem prova alguma como nenhuma especie em mutacao ou qualquer outra prova a aderirem essa tese e a investestirem cerca de 8 bi dolares num projeto gigantesco para simularem a grande explosao de dois atomos e desencadear o processo evolutivo, uma certa vez conversando eu como uma biologa ela me disse que os golfinhos era uma das provas desse processos de evolucao mas ela nao sobe me esplicar o por que, afinal o que leva essas pessoas a acreditarem nisso.

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