Café e cocaína


Reprodução/Mais uma “intelectual” entrou na lista dos defensores da liberação do uso das drogas no Brasil. Trata-se da ex-juíza de direito Maria Lúcia Karam.

Em entrevista à Revista Época a jurista carioca, que em breve lançara o livro “Proibições, Riscos, Danos e Enganos: as drogas tornadas ilícitas”, disse que comprar cocaína deveria ser tão natural quanto comprar um chope, afinal, segundo acredita, não há diferença entre consumo de álcool, tabaco, maconha e cocaína.

O interessante é que ela reconhece que tais substâncias provocam alterações no organismo e no comportamento, e ao ser indagada se o mais coerente não seria a proibição de todas elas, respondeu: “Coerente seria, mas seria muito pior. Aí, até café teria que ser proibido.”

Como se percebe, Maria Lúcia Karam engrossa o caldo do discurso do nivelamento por baixo, ou seja, apesar de considerar a proibição das drogas uma atitude coerente, por outro lado acha-o inviável, de forma que todos precisam ser liberados a fim de não privilegiar um tipo de droga em detrimento de outros, posto que isso seria uma tremenda injustiça contra o usuários de entorpecentes mais pesados.

Quanto ao café, gostaria que alguém me informasse acerca da existência de uma CDC “Clínica para dependentes de café”, afinal, conforme se infere das palavras da jurista, estaria ele em pé de igualdade com drogas como a maconha e a cocaína. Até onde sei a cafeína não provoca nenhum transtorno no comportamento do usuário a ponto de tirar-lhe as faculdades mentais, e agir em desconformidade com suas próprias determinações.

Sinceramente, desconheço o tipo de jurisdição em que Maria Lúcia atuou como magistrada, mas possivelmente não foi nas áreas criminal ou familiar, pois as perguntas que ficam são as seguintes: Será que ela nunca analisou processos que tinha como foco crimes cometidos por pessoas usuárias de drogas? Ela nunca julgou casos de famílias que foram destruídas em virtude do vício? Será que ela chegou a visitar uma clínica de viciados?


São essas algumas inadagações que pairam no ar ao ler a entrevista da ex-magistrada, defensora da completa liberação das drogas, não somente da maconha, mas também dos entorpecentes mais pesados como o crack, a cocaína, a heróina e o crack. Apologia essa que vem envolta numa retórica moderna e intelectualizada, que privilegia a liberdade do ser humano, para usar aquilo que acha melhor, em detrimento da coletividade.

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2 comentários em “Café e cocaína

  1. PAZ SENHOR JESUS CRISTO, SEMPRE.

    FIQUEI INDAGANDO QUAL SERIA A POSIÇÃO DESSA SENHORA SE ELA TIVESSE UM OU DOIS FILHOS OU UM PARENTE DEPENDENTE, SE ELA MANTERIA Á MESMA POSIÇÃO. BELISCAR NOS OUTROS NÃO DÓI NA GENTE.

    PARABÉNS PELO BLOG.

    QUE DEUS CONTINUE TE USANDO E ABEENÇOANDO.

  2. AINDA BEM Q ESSA MULHER É UMA EX JUIZA. PQ ELA NÃO SABE OQ DIZ ELA É INRRESPONSAVEL,LOUCA,E ELA É Q NÃO TEM SUAS FACULDADES MENTAIS NORMAIS. TOMARA Q ELA SEJE MÃÃÃÃE , E TOMARA Q O FILHO DELA SEJA UM VICIADO IQUAL AO MEU . EU ESTORU ESCREVENDO ISSO SANGRANDO POR DENTRO DE DOR PELO O MEU FILHO ESTA EM UMA CLINICA SEM EU PODER VE LO PQ NÃO TENHO DINHEIRO P IR LÁ .E ESSA TAL….. QUER LIBERAR A DROGA??? TOMARA Q ELA TENHA FILHOS SOBRINHOS ETC .Q DEUS VAI MOSTRAR A ELA OQ É SOFRER . É POR CAUSA DE UMA DESSAS Q OS TRAFICANTES ESTÃO AI ACABANDO C A JUVENTUDE . MEUS PESAMES. ASS. UMA MÃÃÃE.

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